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Erika Hilton aciona PF por posts sobre jovem morta em rope jump

Erika Hilton pede à Polícia Federal apuração de posts no X sobre a morte de Maria Eduarda em Limeira, por possível apologia ao crime e vilipêndio

Erika Hilton (na foto) afirmou que as publicações ultrapassam os limites da liberdade de expressão e podem configurar crimes previstos na legislação brasileira
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  • A deputada Erika Hilton pediu à Polícia Federal a abertura de investigação sobre publicações no X que comentaram a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, ocorrida durante uma atividade de rope jump em Limeira (SP) no fim de semana.
  • Ela acusa que mensajes mencionando necrofilia e violência sexual ultrapassaram a liberdade de expressão e podem configurar crimes previstos na legislação brasileira.
  • Hilton afirma que as postagens contribuíram para disseminação de discursos misóginos e normalização da violência sexual, solicitando identificação dos autores e eventual responsabilização criminal por apologia ao crime e vilipêndio a cadáver.
  • A PF seria a instituição competente para investigar condutas praticadas em ambiente digital, segundo a deputada.
  • O episódio ocorreu dois dias depois da morte da jovem na Ponte do Esqueleto; a prefeitura de Limeira disse que pretende processar o governo federal por responsabilidade sobre a área e mencionou irregularidades da empresa envolvida na atividade.

Erika Hilton pediu à PF a abertura de investigação sobre publicações feitas no X que comentaram a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, durante uma atividade de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo. Os posts teriam referências à necrofilia e à violência sexual, segundo a deputada, e teriam atravessado os limites da liberdade de expressão. A solicitação ocorre nesta segunda-feira (15 jun 2026).

A congressista afirma que as mensagens contribuíram para disseminar discursos misóginos e normalizar a violência contra a mulher. Ela pediu a identificação dos autores das publicações para responsabilização criminal, citando possível apologia ao crime e vilipêndio a cadáver. O pedido tramita pela competência da Polícia Federal em crimes cometidos pela via digital.

Marcas oficiais apontam que Maria Eduarda faleceu no sábado (13 jun) durante a atividade na Ponte do Esqueleto, em Limeira. Segundo a prefeitura, a jovem não estava presa à corda de segurança, e a atividade não tinha autorização da empresa envolvida, conforme informações da SPU. Equipes do Samu constataram o óbito no local.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente. Seis pessoas ligadas à organização da atividade foram conduzidas para prestar esclarecimentos. A prefeitura de Limeira afirmou que há necessidade de controle de acesso a áreas de risco e que continuará colaborando com as investigações.

PREFEITURA RESPONSABILIZA UNIÃO

Em nota, a prefeitura informou que a Ponte do Esqueleto está em área de responsabilidade da União. A gestão municipal afirma ter alertado órgãos federais sobre a falta de medidas de segurança no local e ressalta que buscará medidas legais cabíveis diante da situação. O prefeito Murilo Félix afirmou que o caso envolve não apenas o acidente, mas a gestão de acesso a áreas de risco.

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