- Flávio Bolsonaro defendeu a manutenção do Bolsa Família, destacando que o programa é um direito adquirido e não deve ser eliminado.
- O senador mencionou que pretende ampliar o período de transição para beneficiários que conseguirem emprego, após o recuo de 24 para 12 meses em maio de 2025 durante o governo Lula.
- Ele afirmou que quase 70% dos beneficiários trabalham informalmente e que muitos não entram na formalidade por medo de perder o benefício.
- Flávio também defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil e criticou a forma como a medida foi implementada pelo governo Lula.
- Em outro ponto, afirmou que houve erro na relação entre o governo Bolsonaro e a imprensa, defendendo mudanças no tratamento e orçamento de publicidade.
O pré-candidato do PL à presidência, Flávio Bolsonaro, defendeu nesta segunda-feira a continuidade do Bolsa Família durante o Fórum Rumos do Brasil, promovido pela revista Veja. O evento ocorreu em ambiente de debate público com a participação de integrantes do partido e líderes sociais.
O senador afirmou que o Bolsa Família é um direito adquirido do povo brasileiro e que não se pode abrir mão dele. Além disso, sinalizou a intenção de ampliar o período de transição para que beneficiários que conseguirem um emprego recebam mais parcelas. Em maio de 2025, o governo Lula reduziu esse período de 24 para 12 meses.
Dados citados indicam que uma parcela expressiva dos beneficiários trabalha na informalidade, com a justificativa de receio de perder o benefício. Flávio ressaltou que o programa oferece estabilidade a quem já enfrentou fome e destacou a necessidade de reduzir o preconceito em relação aos beneficiários.
Outra pauta abordada foi a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil. O senador mencionou que o ex-presidente Jair Bolsonaro defendia essa ideia em 2018, mas criticou a forma como a medida foi implementada pelo governo Lula, apontando diferenças de desenho institucional.
Não houve apoio a críticas à imprensa
Durante o evento, Flávio disse que houve erro no tratamento da imprensa durante o governo de Jair Bolsonaro. Segundo ele, o relacionamento com veículos de comunicação e a gestão de orçamento para publicidade contribuíram para tensões com veículos, e esse modelo deveria mudar. O senador defendeu que a imprensa exerce papel fundamental e que essa necessidade de mudança é um aprendizado para o futuro.
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