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Nova rede de proteção para idosos impulsiona políticas públicas

Nova rede de proteção a idosos inicia adesão voluntária de governos e entidades, sem custo federal, para compartilhar dados e planejar ações

Pessoa idosa moldando massinha colorida sobre uma mesa, com pedaços em vermelho, verde e marrom ao redor
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  • A partir de segunda-feira, 15, Brasil passa a ter uma rede de proteção para pessoas idosas, anunciada por portaria do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
  • A adesão é voluntária e não implica custos ao governo federal; cada participante financia as próprias ações.
  • Integrantes devem compartilhar informações, monitorar políticas públicas e apresentar planos de ação alinhados às regras da rede.
  • O objetivo é fortalecer iniciativas públicas, municipais e de entidades para apoiar a população idosa; os dados mostram que esse grupo passou de 8,7% da população no início dos anos 2000 para 15,6% em 2022.
  • A secretária Bárbara de Serpa, da Comissão de Direitos da Pessoa Idosa da OAB-SP, afirmou que a medida pode ampliar a participação da sociedade civil e facilitar o uso de dados sobre idosos.

O Brasil passa a contar com uma nova rede de proteção para pessoas idosas a partir desta segunda-feira, 15, conforme portaria publicada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. O objetivo é fortalecer iniciativas públicas de governos, prefeituras e entidades dedicadas ao cuidado de idosos.

A rede será formada por adesão voluntária de governantes e organizações, sem custos ao governo federal. Cada participante ficará responsável pelo orçamento das ações, além de compartilhar informações, monitorar políticas públicas e apresentar planos de ação alinhados às regras da rede.

Dados do IBGE mostram o incremento da população idosa nas últimas décadas. De pouco mais de 8,7% no início dos anos 2000, o grupo subiu para 15,6% em 2022, ultrapassando a fatia de jovens (14,8%). Esse contexto reforça a demanda por políticas públicas voltadas ao envelhecimento.

Participação e governança

A adesão à rede é voluntária e envolve governantes locais e organizações da sociedade civil, com responsabilidade financeira compartilhada entre os integrantes. A prática prevê a troca de informações e a elaboração de planos de ação com base em regras comuns.

Segundo a secretária Bárbara de Serpa, da Comissão de Direitos da Pessoa Idosa da OAB-SP, a medida busca fortalecer o apoio à população idosa e ampliar a visibilidade de dados sobre esse grupo nas políticas públicas. A iniciativa também deve facilitar a participação da sociedade civil e de instituições no fornecimento de dados, além de integrá-los à atenção primária.

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