- Em trinta e quatro cidades de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, operação mira lideranças do PCC.
- Ministério Público diz que a investigação começou em dezembro do ano passado e usa a Lei Antifacção, vigente desde março.
- Foram apreendidos drogas, balanças de precisão, celulares, armas e equipamentos usados para bloquear o sinal de tornozeleiras eletrônicas.
- Mesmo presos, os chefes da facção teriam mantido influência; visitantes e profissionais com acesso a unidades prisionais repassavam ordens.
- Bilhetes com nomes, contatos e dados bancários foram apreendidos e passarão por perícia para identificar novos envolvidos.
Oito agentes de segurança mobilizaram‑se em 34 cidades de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, na maior operação contra o PCC já realizada no Brasil. A ação ocorreu de forma integrada entre as forças de segurança e o Ministério Público.
Segundo as informações, foram apreendidos drogas, balanças de precisão, celulares, armas e equipamentos para bloquear sinais de tornozeleiras eletrônicas. A ofensiva visa as lideranças da facção, com base na Lei Antifacção, em vigor desde março.
A operação teve início após investigação iniciada em dezembro do ano passado, que apontou influência contínua dos chefes do PCC mesmo com their encarceramento. Visitantes e profissionais com acesso a unidades prisionais teriam passado ordens, segundo o MP.
Provas e desdobramentos
Bilhetes contendo nomes, contatos e dados bancários foram encontrados entre os materiais apreendidos. Os itens serão encaminhados a perícia para auxiliar na identificação de novos integrantes da organização criminosa.
Autoridades ressaltam que, na ausência de celulares, criminosos usaram outros meios de comunicação para coordenar ações. O material coletado seguirá para análises técnicas e investigação de possíveis novas redes dentro do PCC.
Entre na conversa da comunidade