- O Secret Service manteve a investigação sobre o suposto plano de atacar o evento do Ultimate Fighting Championship no White House em 14 de junho em segredo, enquanto o caso ainda estava em andamento.
- O diretor do FBI, Kash Patel, divulgou, via X, que a ameaça foi contida, várias pessoas estavam presas e que a investigação continuava para identificar todos os envolvidos.
- O Secret Service afirmou que lidera o caso, não o FBI, e que detalhes não deveriam ter vazado; a apuração continuava para confirmar a neutralização da ameaça.
- ao menos cinco pessoas estavam ligadas ao esquema investigado, que envolvia atacar o evento com drones e atiradores em Washington.
- a investigação começou após a frase de uma pessoa ligada a um suspeito avançar informações a autoridades locais; comunicações no aplicativo Signal ajudaram a mapear a rede de suspeitos.
A Secretaria de Segurança Nacional informou que investigava secretamente um possível ataque ligando-se a um evento da Ultimate Fighting Championship (UFC) na Casa Branca, marcado para 14 de junho. A apuração envolvia planejar um ataque com drones e snipers, segundo documentos judiciais. A investigação permaneceu sigilosa durante o estágio inicial.
Segundo autoridades, o FBI e a Secret Service acompanharam a ameaça após um parente de um dos investigados procurar a polícia local em Ohio. A equipe de Interdição de Ameaças Avançadas (ATIU) identificou comunicações entre os suspeitos em uma conversa de Signal, o que levou à montagem do caso.
Até o momento, pelo menos cinco pessoas foram indiciadas, com casos envolvendo indivíduos de estados como Missouri, Ohio e Califórnia. As investigações apontaram planos para deslocar-se a Washington, DC, e atacar o evento no South Lawn da Casa Branca.
A Secret Service ressaltou que a investigação continuava em andamento e que a liderança da apuração ficava sob sua responsabilidade, não da FBI, para preservar a integridade do plano de segurança. A agência afirmou manter o caso sob sigilo enquanto confirmava a ameaça.
No sábado, o FBI divulgou uma declaração conjunta com a Secret Service, destacando a cooperação entre as duas forças. A mensagem enfatizou o trabalho conjunto e a cooperação entre as agências, sem detalhar operações em curso.
Críticos, entre congressistas, questionaram o uso de redes sociais pelo diretor do FBI, especialmente ao divulgar progressos de investigações em andamento. Partes argentinas defenderam que esse tipo de comunicação pode comprometer o trabalho policial.
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