- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse que o governo Lula “não vai deixar saudade” e será lembrado por perda de oportunidade, em evento promovido pela Veja.
- Ele afirmou que decidiu não disputar a Presidência em 2026 de forma consciente, mantendo o foco no projeto de longo prazo para o estado.
- Tarcísio defendeu a agenda de privatizações em São Paulo, incluindo a Sabesp, e disse que as decisões são guiadas por metas e resultados, e não por ideologia.
- O ministro afirmou ainda a meta de universalizar o saneamento no estado três anos antes do prazo do marco regulatório.
- A pauta de privatizações e de pedágios tem sido alvo de críticas da oposição, com Haddad** estruturando estratégia para enfrentá-lo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criticou o governo federal e afirmou que a gestão atual não deixará saudade, sendo lembrada por perda de oportunidade. Em evento promovido pela Veja, em São Paulo, ele falou sobre a decisão de não concorrer à Presidência em 2026, definida como consciente.
Tarcísio, que busca a reeleição, disse que o Brasil desperdiça oportunidades de crescimento e citou o potencial energético como exemplo de país que precisa construir o futuro em vez de discutir o país do amanhã.
O chefe do Executivo paulista disse que seu compromisso é com o Estado, mantendo um projeto de longo prazo. Entre as metas está antecipar a universalização do saneamento no Estado, completando o processo três anos antes do previsto.
Privatizações como eixo de gestão
O governador defendeu a agenda de privatizações, destacando que decisões devem seguir metas e resultados, livres de disputas ideológicas. Disse que não é possível misturar aritmética com ideologia em temas de eficiência pública.
A pauta de privatizações no Estado envolve a Sabesp e o modelo de pedágios, que têm sido alvo de críticas da oposição. Em São Paulo, o tema segue no centro do debate político entre governo e oposição.
Estratégia e adversários
Segundo apuração do jornal, o ex-ministro Fernando Haddad já planeja estratégia para enfrentar Tarcísio, com foco na privatização da Sabesp e na política de concessões. Aliados citam esses temas como essenciais na campanha.
Relatórios internos do governo de São Paulo indicam que a privatização da Sabesp é um ponto sensível de desgaste, enquanto o modelo de pedágios enfrenta resistência dentro da base aliada.
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