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Como o assassinato de Jo Cox mudou a Grã-Bretanha

Uma década após o assassinato de Jo Cox, Kim Leadbeater destaca lições sobre extremismo, radicalização e proteção de legisladores eleitos

It’s a decade since the MP for Batley and Spen was killed by a far-right extremist. Her sister Kim Leadbeater, who took over her parliamentary seat, explains what lessons are still to be learned.
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  • Em 16 de junho de 2016, Jo Cox, deputada trabalhista de Batley e Spen, foi assassinada por um extremista de direita em West Yorkshire, aos 41 anos.
  • O ataque ocorreu no auge da campanha do Brexit, quando a agressão foi acompanhada de gritos de apoio ao britanismo.
  • A irmã de Jo Cox, Kim Leadbeater, assumiu o mandato no distrito de Batley e Spen e ajudou a criar a Jo Cox Foundation em sua homenagem.
  • Uma década depois, Kim Leadbeater aponta que ideias de extrema direita ganharam espaço e que a violência desse tipo se tornou mais comum.
  • Ela destaca lições ainda relevantes sobre combate ao extremismo, tolerância e proteção a políticos e comunidades.

Jo Cox, vereadora do Partido Trabalhista, foi assassinada em 16 de junho de 2016, em West Yorkshire, ao tentar ajudar moradores na região de Batley e Spen. O crime ocorreu fora da biblioteca de Birstall, quando a parlamentar foi alvo de um extremista de direita.

Cerca de 41 anos, Cox era defensora da integração europeia e de justiça social, mãe de dois filhos. O ataque ganhou repercussão internacional e elevou o debate sobre violência política e extremismo.

Legado e lições

A irmã de Cox, Kim Leadbeater, assumiu o mandato no antigo reduto parlamentar da irmã e inaugurou a Jo Cox Foundation em sua homenagem. A fundação atua na região e em políticas de combate ao extremismo.

Décadas após o ataque, Leadbeater afirma que as ideias de direita radical ganharam espaço e que a violência associada a elas ainda persiste. Ela aponta a necessidade de respostas políticas, sociais e comunitárias para prevenir novos casos.

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