Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça prorroga afastamento do delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas

Justiça Federal prorroga por dois meses o afastamento do delegado-geral de Alagoas, alegando risco de novas interferências; MPF aponta necessidade de novo concurso

Viatura da Polícia Civil de Alagoas
0:00
Carregando...
0:00
  • A Justiça Federal prorrogou por mais dois meses o afastamento cautelar do delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, Gustavo Xavier, devido ao risco de novas interferências na apuração de suposto esquema de fraudes em concursos.
  • O agente Eudson Oliveira de Matos também é suspeito na Operação Concorrência Simulada; a perícia encontrou um aparelho celular na cela dele, aumentando o risco de influência no processo, segundo o Ministério Público Federal.
  • A decisão foi tomada pela 16ª Vara Federal da Paraíba, atendendo à solicitação do Ministério Público Federal.
  • O MPF aponta a necessidade de realizar um novo concurso para cargos de agente e escrivão da Polícia Civil de Alagoas para evitar atuação indevida dos investigados.
  • O afastamento teve início em 30 de março, por 60 dias; investigações apontam que o delegado-geral teria se valido do cargo para obter regalias em concursos.

A Justiça Federal prorrogou por mais dois meses o afastamento cautelar do delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, Gustavo Xavier. A decisão considerou o risco de novas interferências na apuração de um suposto esquema de fraudes em concursos públicos.

Além de Xavier, o agente Eudson Oliveira de Matos é alvo da mesma investigação. A 16ª Vara Federal da Paraíba acolheu o pedido do Ministério Público Federal para ampliar o afastamento, após a perícia localizar um aparelho celular na cela de Matos, na Central de Flagrantes da Polícia Civil de Alagoas.

Entenda a operação

Em 17 de março, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra Xavier e Matos, suspeitos de integrarem uma organização que utilizava fotografias de questões de provas dentro dos locais de aplicação. As respostas eram repassadas por meio de fones conectados a rádios e celulares.

A operação também envolve a prática de candidatos falsos com documentos falsificados, que realizavam as provas. O grupo atuava em concursos de grande concorrência em diferentes estados brasileiros, segundo o MPF.

Segundo a denúncia, Xavier atuava no esquema em benefício de familiares, envolvendo concursos do Banco do Brasil e tentativas de fraude na Polícia Civil de Alagoas. O órgão pediu prisão preventiva, que não foi aceita, mantendo o afastamento cautelar para proteger as investigações.

O MPF afirma ainda que Xavier teria usado o cargo para obter regalias durante as provas e nas seleções de candidatos, com acesso a informações sigilosas. Não houve confirmação de defesa dos envolvidos pela CNN Brasil até o fechamento deste texto.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais