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Kassio afirma a embaixadores que TSE pode detectar alterações mínimas nas urnas

Kassio Nunes Marques diz que o voto eletrônico detecta alterações mínimas no código das urnas, em apresentação de protocolos de segurança a embaixadores

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, durante sua posse em maio deste ano
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  • O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou a embaixadores estrangeiros que o voto eletrônico pode detectar qualquer alteração, ainda que mínima, no código das urnas.
  • O pronunciamento ocorreu em Brasília, em evento promovido pelo The Brazilian Report e pela Novo Selo Comunicação.
  • O ministro detalhou as etapas de segurança, como testes de homologação, desempenho, cerimônia pública de assinatura digital e lacração dos sistemas.
  • A discussão sobre a segurança das urnas ganhou relevância na eleição de 2022, com críticas de autoridades a respeito da confiabilidade do sistema.
  • Em contexto anterior, o TSE declarou inelegível o ex-presidente Jair Bolsonaro após reunião com embaixadores estrangeiros em que atacou as urnas; o senador Flávio Bolsonaro já fez declarações questionando a confiabilidade do sistema.

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse a embaixadores estrangeiros que o voto eletrônico é capaz de detectar e impedir alterações maliciosas no código das urnas. O pronunciamento ocorreu em Brasília, durante evento promovido pelo The Brazilian Report e pela Novo Selo Comunicação.

Nunes Marques explicou as etapas de segurança da eleição, incluindo testes de homologação, de desempenho, cerimônia pública de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais. A plateia contou com representantes de países de diversos continentes.

O tema de segurança das urnas ganhou destaque na eleição de 2022, em meio a questionamentos de parte do eleitorado. Mesmo assim, a tendência é de redução de ataques ao sistema, segundo o ministro.

Segurança das urnas

O ministro ressaltou que qualquer alteração, mesmo mínima, geraria um código diferente e seria detectada imediatamente durante o processo. Participantes acompanharam uma demonstração dos protocolos de proteção.

Entre os anúncios, Kassio citou a prática de lacração dos ambientes de votação e a realização de testes públicos de validação dos equipamentos. O assunto continua em pauta no debate público sobre a confiabilidade do sistema.

A situação política brasileira também envolve discussões sobre a confiabilidade das urnas. Em 2022, políticos já criticaram o método e o TSE manteve o uso do voto eletrônico como núcleo do processo.

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