- O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou a embaixadores estrangeiros que o voto eletrônico pode detectar qualquer alteração, ainda que mínima, no código das urnas.
- O pronunciamento ocorreu em Brasília, em evento promovido pelo The Brazilian Report e pela Novo Selo Comunicação.
- O ministro detalhou as etapas de segurança, como testes de homologação, desempenho, cerimônia pública de assinatura digital e lacração dos sistemas.
- A discussão sobre a segurança das urnas ganhou relevância na eleição de 2022, com críticas de autoridades a respeito da confiabilidade do sistema.
- Em contexto anterior, o TSE declarou inelegível o ex-presidente Jair Bolsonaro após reunião com embaixadores estrangeiros em que atacou as urnas; o senador Flávio Bolsonaro já fez declarações questionando a confiabilidade do sistema.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse a embaixadores estrangeiros que o voto eletrônico é capaz de detectar e impedir alterações maliciosas no código das urnas. O pronunciamento ocorreu em Brasília, durante evento promovido pelo The Brazilian Report e pela Novo Selo Comunicação.
Nunes Marques explicou as etapas de segurança da eleição, incluindo testes de homologação, de desempenho, cerimônia pública de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais. A plateia contou com representantes de países de diversos continentes.
O tema de segurança das urnas ganhou destaque na eleição de 2022, em meio a questionamentos de parte do eleitorado. Mesmo assim, a tendência é de redução de ataques ao sistema, segundo o ministro.
Segurança das urnas
O ministro ressaltou que qualquer alteração, mesmo mínima, geraria um código diferente e seria detectada imediatamente durante o processo. Participantes acompanharam uma demonstração dos protocolos de proteção.
Entre os anúncios, Kassio citou a prática de lacração dos ambientes de votação e a realização de testes públicos de validação dos equipamentos. O assunto continua em pauta no debate público sobre a confiabilidade do sistema.
A situação política brasileira também envolve discussões sobre a confiabilidade das urnas. Em 2022, políticos já criticaram o método e o TSE manteve o uso do voto eletrônico como núcleo do processo.
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