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CNBB afirma que Igreja Católica não indica candidatos nem partidos

CNBB afirma que Igreja Católica não indica candidatos nem partidos; bispos pedem participação consciente e respeito às urnas para fortalecer a democracia

O cardeal Jaime Spengler, presidente da CNBB, aparece em vídeo falando da relação da Igreja Católica com a política brasileira e as eleições de outubro deste ano
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  • A CNBB afirma que a Igreja Católica não indica candidatos nem partidos para as eleições de 2026, incentivando a participação consciente dos eleitores.
  • Os bispos pedem respeito às instituições e aos resultados das urnas, além do fortalecimento da democracia e da confiança no processo eleitoral, com cumprimento da Lei da Ficha Limpa.
  • A mensagem cita a passagem bíblica 1Ts 5, 21, destacando que a fé vê a política como uma das mais altas formas de serviço quando guiada pela ética.
  • Eles ressaltam a necessidade de renovar compromissos com valores democráticos, justiça social e fraternidade, indo além de promessas de campanha para avaliar a trajetória dos candidatos.
  • Em abril, a CNBB divulgou vídeo do presidente Lula discutindo o papel da Igreja na defesa da democracia e dos direitos sociais no Brasil.

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, afirmou que a Igreja Católica não indica candidatos nem partidos nas eleições de 2026. O posicionamento foi divulgado na quinta-feira, 18 de junho de 2026, em meio a referências ao processo eleitoral brasileiro. A entidade também pediu participação consciente dos eleitores e respeito às instituições e aos resultados das urnas.

Segundo a CNBB, a fé cristã reconhece a política como uma das formas de serviço à sociedade, quando orientada pela ética. A mensagem ressalta ainda a necessidade de fortalecer a democracia, confiar no processo eleitoral e cumprir a Lei da Ficha Limpa. A orientação é para que o voto seja pautado pela reflexão sobre valores democráticos.

A nota enfatiza que a abstenção não é indicada, e orienta discernimento que vá além de promessas de campanha. O foco está na avaliação da trajetória de vida dos candidatos e das consequências de seus compromissos, buscando renovar o compromisso com justiça social e fraternidade.

Contexto e diretrizes para a participação

A CNBB cita uma passagem bíblica para fundamentar o cuidado no voto, incentivando que tudo seja examinado com atenção para guardar o que é bom. A Doutrina Social da Igreja é mencionada como base para entender a política como prática de caridade serviço à comunidade, desde que pautada pela ética.

Ainda no material divulgado pela CNBB, a instituição reforça a importância de o eleitor considerar a atuação histórica da Igreja na defesa da democracia e dos direitos sociais. A mensagem sugere que a atuação cívica envolve responsabilidade com o bem comum e com as consequências das escolhas partidárias.

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