- O Ministério da Integração acionou a Polícia Federal para investigar invasão do Defesa Civil Alerta e o disparo de um alerta extremo que continha a palavra “misantropia”.
- Moradores de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal relataram ter recebido a mensagem; as Defesas Civis estaduais disseram que não havia risco emergencial.
- O sistema foi retirado do ar por volta da 1h30 de 20 de junho de 2026 e deve ser religado assim que as condições de segurança forem restabelecidas.
- A Defesa Civil Nacional acionou a Agência Nacional de Telecomunicações para acompanhar a tecnologia utilizada no envio de alertas.
- A mensagem apresentava a palavra “misantropia” com variações regionais; o governo aponta possível ataque hacker e investiga a origem.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional informou neste sábado, 20 de junho de 2026, que acionou a Polícia Federal para investigar a invasão e o disparo de uma mensagem de alerta extremo pelo Defesa Civil Alerta. A mensagem chegou por meio do sistema utilizado para avisos sobre eventos climáticos, como chuvas fortes e ventanias.
Moradores de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e do Distrito Federal relataram ter recebido o alerta, que continha a palavra misantropia. As Defesas Civis estaduais confirmaram que não havia risco emergencial nos locais no momento do envio.
A pasta explicou que o sistema foi retirado do ar às 1h30 deste sábado e que, em parceria com a Sedec, trabalha para religar a plataforma assim que as condições de segurança estiverem restabelecidas. A Defesa Civil Nacional acionou a Anatel, responsável pela tecnologia de envio de alertas.
O que levou à ação
Segundo o governo, a mensagem foi enviada por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, configurando possível ataque cibernético. A linguagem usada variou entre as regiões, mas manteve a palavra misantropia em todas as versões.
Contexto técnico
O alerta alcançou várias capitais e o DF, gerando questions sobre vulnerabilidades do atual sistema de alertas. A Anatel passa a orientar sobre a segurança das redes utilizadas para notificações em situações críticas. A Defesa Civil Nacional reiterou que não houve indicação de risco, apenas uma falha de origem externa.
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