- Kim Kataguiri desistiu de concorrer ao governo de São Paulo e buscará novo mandato na Câmara, anúncio feito em evento na Liberdade, em São Paulo.
- Ele disse que ficará responsável por um superministério da reforma do Estado, caso Renan Santos seja eleito presidente da República.
- O ministério seria transversal, envolvendo gestão, trabalho, Previdência, Casa Civil e Secretaria de Relações Institucionais.
- Kataguiri afirmou que convidará economistas de renome para contribuir com um eventual governo do aliado, citando nomes como Zeina Latif, Marcos Mendes, Samuel Pessoa, Elena Landau, Marcos Lisboa, Mário Mesquita e Mansueto Almeida.
- O partido Missão-SP avalia lançar outro nome para o governo ou manter neutralidade; apoiar outro candidato está descartado, e a estratégia é reelegê-lo para puxar votos na Câmara.
Kim Kataguiri, deputado federal pelo Missão SP, desistiu de disputar o governo de São Paulo neste ano e buscará novo mandato na Câmara. A decisão foi anunciada neste sábado, durante evento com militantes na Liberdade, região central de São Paulo.
O parlamentar informou que ficará responsável por apresentar a reforma do Estado caso Renan Santos seja eleito presidente da República. O projeto previsto contempla gestão, trabalho, Previdência, Casa Civil e Relações Institucionais. Renan esteve ao lado dele no ato.
O anúncio ocorreu em meio a contatos com economistas de renome para compor eventual governo do aliado. Entre as figuras citadas estão Zeina Latif, Marcos Mendes, Samuel Pessoa e Elena Landau, além de nomes ligados ao Plano Real. Renan afirmou que nenhum fundador assumirá papel único no governo.
Desistência e situação política
Kim Kataguiri destacou que o ministério seria transversal, envolvendo diversos setores, e não ocuparia o lugar de um líder econômico único. O Missão avaliava desde já a viabilidade de lançar outro nome ao governo ou manter postura neutra na disputa paulista.
O partido, porém, descartou apoiar outro candidato neste momento. Com a desistência, a legenda estuda a melhor estratégia para não comprometer a eleição de deputados, mantendo foco na renovação de bancada e na articulação com candidatos à Câmara.
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