Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Trump admite problemas na piscina refletora reforma de US$14 mi, culpa vandalismo

Trump admite problemas reais na Reflecting Pool após reforma de US$ 14,2 milhões, atribuindo vandalismo a algas, tinta descascando e falhas no projeto

An aerial view of the Lincoln Memorial reflecting pool
0:00
Carregando...
0:00
  • Trump reconhece problemas reais no Reflecting Pool de Washington após a reforma de US$ 14,2 milhões, e atribui parte deles a vandalismo, com algas e pintura se soltando.
  • Dias após a administração anunciar que a piscina estava “crystal clear”, o presidente voltou a falar em falha deliberada, sem apresentar evidências.
  • A verba foi usada para a reforma com objetivo de deixar a atração com tons de azul, como parte de uma série de renovações em monumentos da cidade.
  • A menos de uma semana, autoridades disseram ter usado tecnologia de nanibulheiro para combater as algas, com análise identificando a alga como Scenedesmus, mas a água permaneceu com tonalidade verde em várias áreas.
  • O processo de contratação para o projeto also gerou controvérsia, com notícias apontando para contrato sem licitação com empresa ligada a apoiador de Trump.

Donald Trump reconheceu nesta semana os problemas no espelho d’água que fica entre o Monumento à Washington e o Lincoln Memorial, após a conclusão de uma reforma de cerca de 14,2 milhões de dólares. A água apresentou bloom de algas e tecido de tinta descascado, segundo relatos de mergulhadores e funcionários.

O ex-presidente blameu vandalismo pelas falhas, afirmando que houve danos à superfície interna do pool durante o período de reformulação. Ele informou, em postagem na Truth Social, que o alagado alfer de algas estaria em grande parte sob controle, ainda que não tenha apresentado evidências públicas.

A remodelação visava deixar o espaço com a cor de bandeira americana, conforme anunciavam os organizadores, antes do aniversário de 250 anos dos EUA. O afloramento de algas ocorreu poucos dias após a conclusão das obras, gerando críticas sobre o ritmo de correções.

Situação atual e ações administrativas

Funcionários do Serviço Nacional de Parques atuaram com equipamentos de remoção de algas e adição de peróxido de hidrogênio para limpar o fundo do espelho d’água. A Administração Nacional informou que utilizou tecnologia de nanogas para eliminar as algas.

Relatos locais indicam que, mesmo após as intervenções, parte da água permaneceu turva e grandes lascas de tinta continuaram a flutuar. A repórterina apontou que com a nova iluminação, a tonalidade permanecia visivelmente verde.

A Atlantic publicou dados de laboratório que identificaram a alga responsável como Scenedesmus, um gênero de alga verde. Também há preocupações sobre o processo de contratação da obra, com informações de contratos sem competição abrindo questionamentos sobre favorecimento.

Críticos da gestão de Trump destacaram a troca de informações entre autoridades e a imprensa, além de apontarem ligações entre doadores e as empresas envolvidas no equipamento de purificação da água. As investigações sobre o tema seguem em curso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais