- Eleitores de Roraima vão às urnas neste domingo para escolher governador e vice que cumprirão mandato tampão até janeiro de 2027.
- A votação ocorre após o TSE cassar o mandato de Edilson Damião e tornar inelegível Antonio Denarium, presidente da Assembleia Legislativa assumindo interinamente o governo.
- Serão votadas três chapas: Arthur Henrique (PL) com Subtenente Velton; Soldado Sampaio (atual governador interino) com Tayla Peres (Republicanos); e Nelita Frank (PT) com Bartô Macuxi (Psol).
- Por se tratar de eleição suplementar, apenas eleitores que regularizaram o título até 21 de janeiro podem votar neste pleito.
- A mudança no calendário está prevista na Lei das Eleições, que estabelece regras de regularização do cadastro para o pleito suplementar.
Neste domingo 21, eleitores de Roraima voltam às urnas para escolher o governador e o vice que ficarão no mandato tampão até 2027. A eleição ocorre após cassação de Edilson Damião e a inelegibilidade de Antonio Denarium.
O pleito foi determinado pelo TSE, após decisão que cassou o mandato de Damião (União Brasil) e tornou Denarium (PP) inelegível. Damião deixa a cadeira no Palácio Senador Hélio Campos; Sampaio assume interinamente.
Os eleitores poderão votar em três chapas. Arthur Henrique (PL) com Subtenente Velton (PL) disputa o caso ainda em análise: o registro está sub judice. Soldado Sampaio (Republicanos) e Tayla Peres (Republicanos) buscam manter o cargo. Nelita Frank (PT) com Bartô Macuxi (Psol) completam a disputa.
A eleição é suplementar e traz regras próprias de votação. Apenas quem regularizou o título até 21 de janeiro pode votar hoje; quem regularizou depois vota em outubro, nas eleições gerais. A lei leva em conta o cadastro feito até 151 dias antes do pleito.
Entenda o caso
No fim de abril, o TSE julgou uma Aije homologada pela coligação Roraima Muito Melhor, que alegou abuso de poder por parte de Denarium e Damião na campanha de 2022. Denarium renunciou em março para disputar o Senado e cedeu o governo ao vice Damião.
Damião teve cassação confirmada e a Justiça determinou nova eleição para o governo de Roraima. O tribunal também determinou a nulidade dos votos da chapa cassada. O pleito suplementar reconfigura o quadro político local para o próximo mandato.
Entre na conversa da comunidade