- O Kennedy Center informou que não reprogramará apresentações canceladas, mesmo após a decisão de bloquear por dois anos o fechamento para renovações.
- A direção planeja manter “um modelo operacional” após a data de 5 de julho, originalmente prevista para o fechamento.
- A decisão do Tribunal não pediu, de forma afirmativa, que a diretoria reprogramasse a programação cancelada nem procurasse novas apresentações.
- Em março, a diretoria alinhada a Trump votou pelo fechamento de dois anos para reformas; o juiz Christopher Cooper bloqueou o fechamento no mês seguinte, e opções de renovação foram apresentadas ao conselho para votação até meados de julho.
- Entre as opções estão fechamento completo ou parcial com acesso público limitado e programação reduzida, ou fechamento em fases para abordar apenas as necessidades de infraestrutura, mantendo uma grade de shows em parte ou no total.
- O juiz também determinou a remoção do nome de Trump da fachada, que continua coberta por uma lona, segundo reportagens.
O Kennedy Center informou à Justiça que não pretende remarcar espetáculos cancelados, mesmo com a suspensão do fechamento de dois anos paraRenovações. A instituição continua operando na data originalmente prevista, 5 de julho, enquanto avalia opções de reformulação das atividades. O anúncio ocorre após o impasse envolvendo a diretoria alinhada a Trump.
A decisão ocorre após a organização ter visto a suspensão do fechamento ser obtida por decisão de um juiz federal. O Centro afirmou que continuará com um “modelo operacional” após a data prevista originalmente de encerramento, embora o tribunal não tenha exigido explicitamente a remarcação de programação cancelada nem a busca por novos shows.
Mudanças no fechamento e opções de renovação
O juiz federal Christopher Cooper bloqueou o fechamento por dois anos, ordenando que o Centro apresentasse novas opções de renovação para votação até meados de julho. Entre as propostas discutidas estão um fechamento completo ou parcial que permita acesso público e programação limitada, e outra que consideraria uma série de fechamentos em fases para atender apenas às necessidades mais urgentes da infraestrutura, mantendo uma programação completa.
A diretoria, que é amplamente alinhada a Donald Trump, havia votado, em março, pelo fechamento da instituição para renovação. Após a decisão judicial, a direção disse que apresentaria, aos conselheiros, opções de renovação para votação futura. A cadência de decisões busca equilibrar as obras com a continuidade de atividades públicas.
Fachada sob intervenção
O juiz Cooper também ordenou a remoção do nome de Trump da fachada do Kennedy Center. Enquanto isso, a fachada permanece coberta por uma lona, em meio a críticas públicas sobre a gestão da instituição. A cobertura foi noticiada por veículos locais, que destacaram a repercussão do episódio na imagem do Centro Cultural.
A situação mantém o Kennedy Center em meio a discussões sobre governança e prioridades de reforma. O desdobramento dos próximos dias deve esclarecer quais opções serão aprovadas pelos responsáveis e como ficará a agenda de apresentações diante das obras.
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