- O advogado Paulo Cunha Bueno protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de prorrogação da prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro.
- O benefício foi originalmente concedido pelo ministro Alexandre de Moraes.
- O prazo inicial da prisão domiciliar termina nesta quinta-feira (25).
- A ação busca estender a prisão domiciliar, mantendo o regime humanitário já autorizado.
O advogado Paulo Cunha Bueno protocolou no STF um pedido de prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida a Jair Bolsonaro. O objetivo é estender o regime até que haja uma nova decisão sobre o tema. O prazo original foi definido pelo ministro Alexandre de Moraes e vence nesta quinta-feira, 25. A informação foi divulgada pela defesa e pelo tribunal.
Segundo a defesa, a prorrogação busca manter o regime sob critérios já estabelecidos pelo STF. A prisão domiciliar foi concedida em caráter humanitário, com condições a serem cumpridas pelo ex-presidente. Não houve detalhamento público sobre os argumentos apresentados no pedido.
O protocolo ocorreu no Supremo Tribunal Federal (STF). Com o envio do recurso, a decisão sobre a extensão fica a cargo do ministro relator ou da própria Corte, conforme o rito do tribunal. Não há confirmação de previsão de julgamento ou data para a contestação até o momento.
Pedido de prorrogação de prisão domiciliar
O documento encaminhado pela defesa solicita a extensão do regime de prisão domiciliar. A peça enfatiza a continuidade do cumprimento das condições já estabelecidas. Ainda não houve divulgação de novos detalhes sobre o conteúdo do pleito. A celeuma envolve apenas a extensão do benefício e os critérios de execução.
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