- Trump diz que não assinará o projeto de habitação de US$ para reduzir custos até que o Senado aprove a medida eleitoral restritiva Save America Act.
- O projeto de habitação, aprovado com grandes majorias no Senado e na Câmara, buscava ampliar a oferta de moradias e reduzir preços.
- Na manhã de quarta, Trump classificou o tema como de “importância menor” e voltou a exigir a aprovação da lei de votação.
- O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, criticou a decisão, afirmando que é uma das poucas conquistas que poderia beneficiar o povo.
- A situação ocorre em meio a tensões políticas que envolvem votações nacionais e o calendário próximo às eleições de meio de mandato.
O presidente Donald Trump anunciou que não assinará a lei 21st Century Road to Housing, destinada a reduzir o custo de moradia, enquanto o Senado não aprovar a Save America Act. A condição foi comunicada na manhã de quarta-feira. O texto da lei habitacional recebeu apoio bipartido no Legislativo, mas está em suspensão.
Trump pretende que o Congresso aprove primeiro a medida que impõe regras mais restritivas para voto, como comprovação de cidadania no registro e limitação do voto por correspondência. A reação ocorreu após meses de negociação entre governo e legisladores, com aprovação anterior no Senado e na Câmara.
Para o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, a decisão é vista como um retrocesso. Ele criticou a conduta do presidente, destacando que a habitação é uma das maiores preocupações dos eleitores. A condição de Trump acende perguntas sobre o ritmo das votações pendentes no Congresso.
Desdobramentos políticos e judiciais
Um tribunal federal bloqueou a tentativa de Trump de regulamentar eleições por meio de ordem executiva. A decisão é considerada vitória para defensores da integridade eleitoral e para o funcionamento independente do Judiciário.
A ordem projetava exigir documentos de cidadania na inscrição ou na atualização de registro, o que não avançou. A Justiça garantiu que a regulamentação não poderia contornar o Congresso nem mudar normas eleitorais apenas por decreto.
Além disso, investigações e questionamentos sobre políticas de transparência nuclear opondo o governo continuam a ganhar fôlego nos debates. As ações variam entre pedidos de explicação de decisões administrativas e reavaliações de procedimentos.
Outros fatos do dia
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