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Irmã de Deolane Bezerra contesta suspensão cautelar da OAB-SP

Irmã de Deolane Bezerra contesta suspensão cautelar da OAB-SP, alegando falha processual e falta de citação durante a prisão da advogada

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • A OAB-SP suspendeu cautelarmente por noventa dias a carteira profissional de Deolane Bezerra, impedindo o exercício da advocacia.
  • Daniele Bezerra, irmã de Deolane, contesta a medida em vídeo divulgado nas redes, dizendo que não houve devido processo legal na tramitação.
  • Deolane está presa desde o dia vinte e dois de maio na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, na Operação Vérnix, que investiga lavagem de dinheiro e possível ligação com o Primeiro Comando da Capital.
  • Daniele afirma que a intimação por edital sobre a ação disciplinar chegou apenas em vinte e oito de maio, após a prisão, o que, na visão dela, dificultou a defesa.
  • A sister também questiona a falta de citação pessoal durante a detenção e a condução do processo em segredo de justiça, criticando o presidente da OAB-SP, Leonardo Sica, e apontando supostas falhas no andamento do caso.

A OAB-SP suspendeu por 90 dias a carteira profissional da advogada Deolane Bezerra, com efeito imediato, impedindo o exercício da profissão. A decisão foi contestada pela irmã da advogada, Daniele Bezerra, em vídeo divulgado nas redes.

Segundo Daniele, a intimação por edital sobre a ação disciplinar ocorreu em 28 de maio, data posterior à prisão de Deolane. A irmã afirma que isso comprometeu o acesso à defesa e o devido processo legal.

Deolane Bezerra está presa desde 22 de maio na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, interior de São Paulo, no contexto da Operação Vérnix, que investiga lavagem de dinheiro e possível vínculo com o PCC. A defesa sustenta falhas processuais.

Suspensão cautelar e contestação

Daniele descreveu que a defesa só teve conhecimento da intimação após busca interna promovida pela própria OAB-SP, questionando a ausência de citação pessoal durante o período de detenção. A crítica também aborda a tramitação do processo sob segredo de justiça e a suposta falta de oitiva prévia.

A irmã aponta ainda contradições na condução do caso, como dificuldades para abrir e-mails enquanto a investigada estava presa. Ela citou eventuais violação de garantias constitucionais e pediu que o tema seja reavaliado pela entidade.

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