- A operação intitulada “Sintonia de Gravata” resultou na prisão de nove advogados na Bahia suspeitos de atuar para facções criminosas, conforme a Polícia Civil.
- A ação foi coordenada pela Polícia Civil com apoio do Ministério Público da Bahia, e houve mandados de busca em escritórios de advocacia e residências dos suspeitos.
- Conforme as investigações, os advogados atuavam na defesa de membros de facções e repassavam informações privilegiadas para facilitar crimes.
- Os suspeitos podem responder por associação criminosa, tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, entre outros delitos.
- A operação faz parte de medidas para desarticular organizações criminosas que atuam nos presídios da Bahia; as investigações seguem para identificar vínculos com outras entidades e ampliar as ações.
A operação Sintonia de Gravata, deflagrada nesta sexta-feira (3), na Bahia, teve como objetivo combater facções criminosas atuantes em presídios do estado. Nove advogados foram presos suspeitos de atuar em defesa de integrantes de facções e de fornecer informações privilegiadas que facilitariam ações criminosas. A ação foi avaliada como parte de um esforço contínuo de desarticulação do crime organizado no estado.
A operação foi coordenada pela Polícia Civil da Bahia, com apoio do Ministério Público estadual. Segundo as investigações, os advogados atuavam em troca de vantagens ilícitas, incluindo dinheiro e benefícios pessoais. A atuação envolvia facilitar a comunicação entre presos e membros de facções.
Os mandados cumpridos atingiram escritórios de advocacia e residências dos suspeitos. A polícia informou que as suspeitas abrangem crimes como associação criminosa, tráfico de drogas e corrupção, entre outros previstos na legislação brasileira. As apurações continuam para esclarecer vínculos com outras organizações criminosas.
Detalhes da operação
- A ação integra uma série de operações para desarticular organizações que atuam nos presídios baianos.
- As investigações buscam identificar ligações entre os advogados presos e redes criminosas mais amplas na região.
- A Polícia Civil visa ampliar o alcance das ações de combate ao crime organizado no estado.
Os investigadores destacaram que os fatos podem levar a novas prisões caso haja comprovação de envolvimento adicional. A apuração segue sob sigilo autorizado pela Justiça e deverá esclarecer o real impacto das práticas investigadas no funcionamento das faculdades e na segurança pública.
A polícia reforçou o compromisso de continuar trabalhando para responsabilizar quem atua de forma ilícita em benefício de organizações criminosas, visando reduzir violências e ampliar a segurança na Bahia.
Fontes oficiais indicam que os advogados presos podem sofrer suspensão preventiva e responder pelos crimes identificados, com desdobramentos dependentes de novos resultados das perícias e depoimentos colhidos durante as diligências.
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