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Mistério persiste no assassinato de Thavisson Mendes após quase 10 meses de investigações

- Thavisson Mendes da Silva, jogador de 27 anos, desapareceu em abril de 2023. - Seu corpo foi encontrado dois meses depois, em um córrego em Valparaíso (GO). - A polícia não identificou suspeitos após dez meses de investigações complexas. - Falta de testemunhas e imagens de câmeras dificultam o andamento do caso. - A família clama por respostas e vive em medo, sem saber quem cometeu o crime.

O desaparecimento e a morte do jogador de futebol Thavisson Mendes da Silva, de 27 anos, permanecem sem respostas quase dez meses após o ocorrido. Thavisson desapareceu em 8 de abril de 2023, na região do Pedregal, em Goiás, e seu corpo foi encontrado em um córrego próximo a Valparaíso dois meses depois. A família […]

O desaparecimento e a morte do jogador de futebol Thavisson Mendes da Silva, de 27 anos, permanecem sem respostas quase dez meses após o ocorrido. Thavisson desapareceu em 8 de abril de 2023, na região do Pedregal, em Goiás, e seu corpo foi encontrado em um córrego próximo a Valparaíso dois meses depois. A família clama por agilidade nas investigações, questionando a falta de evidências em uma área com várias câmeras de segurança. Ana Maria da Silva, irmã do jogador, expressou sua frustração: “É muito estranho que não se tenha nada”.

Antes de desaparecer, Thavisson estava em uma comemoração do time em uma distribuidora de bebidas. Sua carteira foi localizada um dia após o sumiço, mas a moto em que estava nunca foi encontrada. Informações familiares indicam que a cabeça do jogador foi encontrada em um local diferente, próximo ao Novo Gama. O delegado Taylor Brito, responsável pelo caso, destacou a complexidade das investigações, que incluem diligências em áreas sem câmeras de segurança e a análise de imagens das redondezas, sem resultados relevantes até o momento.

As investigações continuam, mas não foram identificadas testemunhas que pudessem fornecer informações úteis. O delegado afirmou que a vítima não tinha inimigos ou desavenças. Apesar do tempo decorrido, as investigações não foram interrompidas, mas dependem de laudos e análises de outros órgãos, o que pode atrasar o processo. Ana Maria expressou a angústia da família, que vive em constante medo: “Não sabemos quem fez isso com ele e, querendo ou não, é um risco para nós”.

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