Gustavo Brito de Carvalho foi condenado pelo Tribunal do Júri de Taguatinga a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão em regime fechado pelo feminicídio de Priscila Borges Teixeira, ocorrido em junho de 2022. O julgamento, realizado na última quinta-feira (22 de janeiro), aceitou a qualificadora de feminicídio, além de considerar as condenações […]
Gustavo Brito de Carvalho foi condenado pelo Tribunal do Júri de Taguatinga a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão em regime fechado pelo feminicídio de Priscila Borges Teixeira, ocorrido em junho de 2022. O julgamento, realizado na última quinta-feira (22 de janeiro), aceitou a qualificadora de feminicídio, além de considerar as condenações anteriores de Gustavo por dois roubos e corrupção de menores, uma vez que ele estava em liberdade condicional na época do crime.
O crime aconteceu na residência da vítima, onde Gustavo esfaqueou Priscila no pescoço. A mãe da vítima a encontrou já sem vida, após não conseguir contato e perceber a porta fechada. Vizinhos relataram que o casal tinha um histórico de brigas frequentes e uma relação marcada por agressões, que durou cerca de seis meses. Após o assassinato, o corpo foi encontrado em um ambiente decorado com presentes.
Após o crime, Gustavo fugiu para Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, onde permaneceu foragido por quase dois anos. Ele foi localizado e preso em 24 de abril de 2024. O caso destaca a gravidade da violência doméstica e a importância de medidas efetivas para proteger as vítimas.
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