Um homem de Murtosa, Aveiro, Portugal, faleceu em 2018 sem herdeiros, deixando um patrimônio avaliado em 2 milhões e 800 mil euros. Sua fortuna foi alvo de um esquema fraudulento, onde um cidadão espanhol, já falecido, falsificou um testamento para se apropriar dos bens. Segundo o jornal Sic Notícias, o golpista, com a ajuda de […]
Um homem de Murtosa, Aveiro, Portugal, faleceu em 2018 sem herdeiros, deixando um patrimônio avaliado em 2 milhões e 800 mil euros. Sua fortuna foi alvo de um esquema fraudulento, onde um cidadão espanhol, já falecido, falsificou um testamento para se apropriar dos bens. Segundo o jornal Sic Notícias, o golpista, com a ajuda de amigos e familiares, registrou dezenas de imóveis e movimentou a conta bancária da vítima.
A investigação do Ministério Público de Aveiro revelou que, no dia seguinte à morte do proprietário, uma pessoa próxima dele retirou mais de um milhão de euros da conta. O grupo utilizou transferências, contratos de compra e venda, além de sociedades, para ocultar suas ações e evitar que o Estado herdasse os bens.
Se condenados, os envolvidos perderão o dinheiro e os imóveis em favor do Estado. Ao todo, dez pessoas e três empresas estão sendo processadas por crimes de branqueamento de capitais, apropriação indébita e abuso de confiança, com algumas acusações sendo agravadas. A situação destaca a vulnerabilidade de patrimônios sem herdeiros e a necessidade de vigilância em casos de falecimento.
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