Um ataque a um grupo de caçadores no norte da Nigéria resultou na morte de dezesseis pessoas, gerando indignação em todo o país. O sobrevivente Abubakar Shehu relatou que o grupo foi abordado por vigilantes enquanto viajavam em um caminhão. Após serem forçados a descer, o líder foi agredido com um machado, e os membros do grupo foram espancados e queimados.
Shehu conseguiu escapar, se escondendo em uma propriedade desocupada até a noite. Ele ouviu os gritos de seus amigos durante o ataque e, após se sentir seguro, conseguiu parar um caminhão que o levou para longe do local. O grupo de caçadores, oriundo do estado de Kano, estava retornando para casa após semanas de caça no sul do país, onde planejavam celebrar o Eid.
As autoridades prenderam quatorze suspeitos relacionados ao ataque, e a situação gerou um clamor por justiça, com organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional, exigindo ações efetivas. O presidente da República, Bola Tinubu, condenou os assassinatos e enfatizou que a violência não deve ser tolerada, ordenando que as forças de segurança localizem os responsáveis.
A relação entre os habitantes do norte e do sul da Nigéria é tensa, marcada por conflitos entre pastores e agricultores ao longo dos anos. A tragédia em Toronkawa, onde os caçadores eram conhecidos, deixou a comunidade em luto, com famílias recebendo condolências. O governador do estado de Edo, Monday Okpebholo, visitou o estado de Kano para expressar suas condolências e prometeu apoio às famílias das vítimas.
Um ataque a um grupo de caçadores no norte da Nigéria resultou na morte de dezesseis pessoas, gerando indignação em todo o país. O sobrevivente Abubakar Shehu, de 20 anos, relatou que o grupo foi abordado por vigilantes enquanto viajavam em um caminhão. Após serem forçados a descer, o líder foi agredido com um machado, e os membros do grupo foram espancados e queimados.
Shehu conseguiu escapar, se escondendo em uma propriedade desocupada até a noite. Ele ouviu os gritos de seus amigos durante o ataque e, após se sentir seguro, conseguiu parar um caminhão que o levou para longe do local. O grupo de caçadores, oriundo do estado de Kano, estava retornando para casa após semanas de caça no sul do país, onde planejavam celebrar o Eid.
As autoridades prenderam quatorze suspeitos relacionados ao ataque, e a situação gerou um clamor por justiça, com organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional, exigindo ações efetivas. O presidente da República, Bola Tinubu, condenou os assassinatos e enfatizou que a violência não deve ser tolerada, ordenando que as forças de segurança localizem os responsáveis.
A relação entre os habitantes do norte e do sul da Nigéria é tensa, marcada por conflitos entre pastores e agricultores ao longo dos anos. A tragédia em Toronkawa, onde os caçadores eram conhecidos, deixou a comunidade em luto, com famílias recebendo condolências. O governador do estado de Edo, Monday Okpebholo, visitou o estado de Kano para expressar suas condolências e prometeu apoio às famílias das vítimas.
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