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Homem é preso na Índia por se passar por médico britânico e causar mortes de pacientes

Narendra Vikramaditya Yadav, que se apresentava como cardiologista britânico, foi preso na Índia após ser acusado de realizar cirurgias que resultaram na morte de sete pacientes. Ele atuava em um hospital missionário em Madhya Pradesh e é investigado por fraudes, falsificação e má conduta médica. Yadav, que trabalhou como médico por quase duas décadas, supostamente falsificou seus diplomas e usou o nome de um renomado cardiologista britânico para ganhar credibilidade. As autoridades começaram a investigar Yadav após um comitê de bem-estar infantil relatar as mortes ao governo local. Ele havia deixado o hospital sem explicações e foi encontrado em Prayagraj, Uttar Pradesh. A polícia revelou que ele havia realizado sessenta e quatro procedimentos, incluindo quarenta e cinco angioplastias, que culminaram em sete óbitos. Embora ainda não se saiba se seus diplomas são autênticos, a polícia suspeita que sejam falsificados, pois faltam informações cruciais. Yadav já enfrentou problemas legais anteriormente, incluindo uma suspensão de cinco anos por má conduta profissional e uma acusação de sequestro em 2019. Ele também foi alvo de investigações por fraudes em 2013, mas um tribunal suspendeu a queixa. A situação levanta sérias questões sobre a segurança dos pacientes e a supervisão de profissionais de saúde na Índia.

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Um homem na Índia foi preso por se passar por cardiologista britânico e realizar cirurgias que causaram a morte de sete pacientes. O acusado, chamado Narendra Vikramaditya Yadav, também conhecido como Dr N John Camm, trabalhava em um hospital missionário em Madhya Pradesh. Ele é acusado de fraudes e falsificação de documentos, com suspeitas de que seus diplomas médicos sejam falsos.

Yadav, de 53 anos, atuou como médico por quase 20 anos e é investigado por ter usado o nome de um cardiologista famoso para parecer mais credível. Ele nega as acusações e, antes de ser preso, enviou um aviso legal a várias pessoas que disseram que ele estava se passando por outro médico.

O caso começou a ser investigado em fevereiro, quando um comitê de bem-estar infantil notou as mortes e alertou as autoridades. Após verificar suas credenciais, descobriram que Yadav tinha problemas legais em pelo menos três estados. Ele havia realizado 64 procedimentos, incluindo 45 angioplastias, que resultaram nas mortes. A polícia acredita que seus diplomas são falsificados, pois faltam informações importantes. Yadav já enfrentou problemas legais antes, incluindo uma prisão em 2019 por sequestrar um médico britânico e uma suspensão de cinco anos por má conduta em 2014.

Um homem foi preso na Índia sob a acusação de se passar por um cardiologista britânico e realizar cirurgias que resultaram na morte de sete pacientes. Narendra Vikramaditya Yadav, conhecido como Dr N John Camm, atuava em um hospital missionário no estado de Madhya Pradesh. As autoridades o acusam de fraude, falsificação e engano, alegando que ele falsificou seus diplomas médicos.

Yadav, de cinquenta e três anos, trabalhou como médico por quase duas décadas e é investigado por ter adicionado o nome de um renomado cardiologista britânico a seu próprio nome para ganhar credibilidade. Ele nega as acusações e, horas antes de sua prisão, enviou um aviso legal de R$ 1,5 milhão a várias pessoas e publicações que afirmaram que ele se passava por outro cardiologista.

O caso veio à tona em fevereiro, quando um comitê de bem-estar infantil em Damoh alertou as autoridades sobre as mortes. Deepak Tiwari, presidente do comitê, afirmou que a equipe ficou desconfiada da experiência de Yadav e decidiu verificar suas credenciais online, descobrindo que ele tinha registros de problemas legais em pelo menos três estados. Após deixar o hospital, ele ficou desaparecido até ser preso em Prayagraj, Uttar Pradesh.

As investigações revelaram que Yadav havia realizado sessenta e quatro procedimentos, incluindo quarenta e cinco angioplastias, que levaram a sete mortes. Embora ainda não se saiba se seus diplomas são autênticos, a polícia acredita que são falsificados, pois carecem de detalhes essenciais. Yadav já havia enfrentado investigações anteriores, incluindo uma prisão em 2019 por supostamente sequestrar um médico britânico e uma suspensão de cinco anos imposta por má conduta profissional em 2014.

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