Luciene de Souza, de 27 anos, denunciou um erro médico após passar por um implante de prótese de silicone no Hospital Semiu, onde teve uma parada cardíaca durante a cirurgia. Desde então, ela enfrenta sérias complicações, como a perda das mamas e dificuldades de locomoção, dependendo de uma cadeira de rodas e usando uma sonda para drenar a urina. Luciene compartilhou sua experiência nas redes sociais, o que levou a Polícia Civil a abrir um inquérito para investigar o caso. A família registrou a ocorrência como lesão corporal na 27ª DP, após tentativas de resolver a situação diretamente com o hospital. Luciene havia economizado mais de R$ 20 mil para realizar a cirurgia, mas acordou após o procedimento com o corpo paralisado e sem a visão. Relatos indicam que os médicos esqueceram de fazer os curativos nas mamas, que acabaram necrosando, resultando em novas cirurgias no Hospital Municipal Souza Aguiar. O Hospital Semiu afirmou que a médica atuou de forma autônoma e que a responsabilidade era dela, enquanto a médica disse que seguiu todos os protocolos e que Luciene recebeu a assistência necessária. A investigação da Polícia Civil ainda está em andamento.
Luciene de Souza, de 27 anos, denuncia erro médico após complicações em um implante de prótese de silicone no Hospital Semiu, na Vila da Penha. A jovem teve uma parada cardíaca durante o procedimento e, desde então, enfrenta graves sequelas, incluindo a perda das mamas e dificuldades de locomoção.
Após relatar sua experiência nas redes sociais, a Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso. A família de Luciene registrou a ocorrência na 27ª DP (Vicente de Carvalho) como lesão corporal, após tentativas frustradas de resolver a situação diretamente com o hospital. Nove meses após a cirurgia, Luciene utiliza sonda para drenar a urina e depende de cadeira de rodas.
A jovem afirmou que sonhava em realizar a cirurgia após a maternidade, tendo economizado mais de R$ 20 mil. No entanto, durante a operação, ela perdeu a consciência e acordou com o corpo paralisado. Segundo relatos, os médicos esqueceram de realizar os curativos nas mamas, que acabaram necrosando, levando a novas cirurgias no Hospital Municipal Souza Aguiar.
O Hospital Semiu se defendeu, afirmando que a médica atuou de forma autônoma e que a responsabilidade pelo procedimento era dela. A médica, por sua vez, declarou que seguiu todos os protocolos e que a paciente recebeu assistência adequada. A investigação da Polícia Civil continua em andamento.
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