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Quadrilha que vendia Ozempic falso é desmantelada após mulher ser hospitalizada em SC e GO

Quadrilha que falsificava medicamentos, incluindo Ozempic, é desmantelada em operação da Polícia Civil de SC; penas podem chegar a 15 anos.

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A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu membros de uma quadrilha que falsificava anabolizantes e medicamentos caros, como o Ozempic. A operação, chamada Reação Adversa, aconteceu em três cidades de Santa Catarina e em Goiás, após uma denúncia de uma pessoa que teve problemas de saúde por usar o medicamento falso. O grupo comprava remédios vencidos, mudava as datas de validade e vendia como se fossem novos, usando embalagens idênticas às originais. Eles vendiam os produtos principalmente pela internet a preços mais baixos. Durante a operação, a polícia apreendeu carros de luxo e imóveis comprados com o dinheiro do crime. Os envolvidos podem enfrentar penas de 10 a 15 anos de prisão, e alguns podem ser acusados de tentativa de homicídio devido ao risco que causaram à saúde das pessoas.

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta segunda-feira (26), uma operação contra uma quadrilha envolvida na falsificação de anabolizantes e medicamentos de alto custo, como o Ozempic. A ação ocorreu em três municípios catarinenses e em Goiás, resultando em prisões e apreensões significativas.

As investigações revelaram que o grupo criminoso adquiria medicamentos vencidos, alterava as datas de validade e os comercializava como se fossem legítimos. Uma gráfica estava envolvida na produção de embalagens idênticas às originais, facilitando a venda dos produtos falsificados, principalmente por meio de redes sociais, a preços inferiores aos do mercado.

A operação, denominada Reação Adversa, foi desencadeada após uma denúncia de uma vítima que sofreu complicações graves após utilizar Ozempic falsificado. A polícia identificou que, além de anabolizantes, o grupo também comercializava medicamentos abortivos e outros produtos não autorizados pela legislação brasileira.

Durante a ação, foram apreendidos veículos de luxo e imóveis adquiridos com os lucros ilícitos da atividade criminosa. As penas para os envolvidos podem variar de 10 a 15 anos de reclusão, sendo o crime classificado como hediondo. Além disso, os investigados poderão responder por tentativa de homicídio com dolo eventual, dado o risco à saúde pública.

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