Um Boeing 787 da Air India caiu em Ahmedabad, na Índia, durante a decolagem, resultando na morte de pelo menos 279 pessoas, tornando-se o desastre aéreo mais mortal desde 2014. O voo 171, que ia para Londres, caiu em uma área residencial, afetando passageiros, tripulantes e moradores. O acidente ocorreu menos de um minuto após a decolagem, quando a aeronave enviou um sinal de socorro. Um único sobrevivente, um britânico de origem indiana, foi encontrado e compartilhou sua experiência. O governo indiano iniciou uma inspeção emergencial em todos os 34 Boeing 787 do país, com foco em possíveis falhas mecânicas. As autoridades estão usando testes de DNA para identificar as vítimas, e até agora, 135 registros dentários foram coletados. O acidente representa um grande desafio para a Air India, que está tentando melhorar sua imagem após ser comprada pelo Grupo Tata em 2022. O ministro do Interior da Índia informou que o balanço final será divulgado após a identificação das vítimas, e uma das caixas-pretas foi recuperada, enquanto a busca pela segunda continua.
Pelo menos 279 pessoas morreram após a queda de um Boeing 787 da Air India em Ahmedabad, na Índia, durante a decolagem, na quinta-feira, 5 de outubro. Este incidente se tornou o desastre aéreo mais mortal desde 2014. O voo 171, que tinha como destino o Aeroporto de Gatwick, em Londres, caiu em um bairro residencial, resultando em vítimas entre passageiros, tripulantes e moradores do local.
O número de mortos foi atualizado após a recuperação de corpos e restos mortais, conforme informou uma fonte policial à AFP. O acidente ocorreu menos de um minuto após a decolagem, quando a aeronave emitiu um sinal de socorro. Um único sobrevivente, Vishwash Kumar Ramesh, um britânico de origem indiana, relatou sua experiência ao afirmar que não consegue acreditar que escapou.
Inspeções Emergenciais
Em resposta ao acidente, o governo indiano anunciou uma inspeção emergencial em todos os 34 Boeing 787 em operação no país. O ministro da Aviação Civil, Ram Mohan Naidu, afirmou que a fiscalização será imediata e que já foram inspecionadas oito aeronaves. As investigações buscam determinar as causas do acidente, incluindo possíveis falhas no sistema de propulsão e no trem de pouso.
As autoridades estão utilizando testes de DNA para identificar as vítimas. Até o momento, foram coletados registros dentários de 135 pessoas. Famílias aguardam ansiosamente a liberação dos corpos, expressando frustração com a demora no processo de identificação.
Impacto e Repercussões
O desastre representa um desafio significativo para a Air India, que tenta reconstruir sua imagem após ser adquirida pelo Grupo Tata em 2022. A aeronave acidentada transportava 242 pessoas, e apenas um sobrevivente foi encontrado. O acidente, que colidiu com um prédio de uma faculdade de medicina, deixou um rastro de dor e desespero entre os familiares das vítimas.
O ministro do Interior da Índia, Amit Shah, indicou que o balanço final do desastre será divulgado após a conclusão da identificação das vítimas. A recuperação de uma das caixas-pretas do avião foi um passo importante na investigação, enquanto a busca pela segunda caixa continua. Especialistas ressaltam que é cedo para especular sobre as causas do acidente, que marca um triste capítulo na aviação civil.
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