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Enfermeira é condenada à prisão perpétua por matar cinco bebês na Argentina

Enfermeira argentina é condenada à prisão perpétua por matar cinco bebês e tentar assassinar outros oito em hospital neonatal.

Enfermeira acusada de matar ao menos cinco bebês em maternidade na Argentina vai a julgamento (Foto: Reprodução/X/TV)
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Uma enfermeira argentina chamada Brenda Cecilia Agüero foi condenada à prisão perpétua por matar cinco bebês e tentar matar outros oito no Hospital Materno Neonatal de Córdoba. Os crimes aconteceram entre março e junho de 2022, quando ela injetou insulina e potássio em recém-nascidos saudáveis, usando substâncias de carrinhos de emergência. O tribunal a considerou culpada de homicídio qualificado e tentativa de homicídio, após um julgamento de seis meses que revelou que os bebês morreram em situações inexplicáveis, com autópsias mostrando níveis letais das substâncias. Agüero, que estava presa desde agosto de 2022 e negou as acusações, não poderá pedir liberdade condicional antes de 35 anos. Outros dez ex-funcionários do hospital também foram julgados, com cinco recebendo penas menores. O caso gerou comparações com o de uma enfermeira britânica que cometeu crimes semelhantes e levanta preocupações sobre a segurança em unidades de terapia intensiva neonatal.

Uma enfermeira argentina, Brenda Cecilia Agüero, foi condenada à prisão perpétua nesta quarta-feira, 18 de outubro de 2023, por assassinar cinco bebês e tentar matar outros oito no Hospital Materno Neonatal de Córdoba. Os crimes ocorreram entre março e junho de 2022, quando Agüero injetou insulina e potássio em recém-nascidos saudáveis, utilizando substâncias retiradas de carrinhos de emergência.

O tribunal a considerou penalmente responsável por homicídio qualificado e tentativa de homicídio, destacando a gravidade dos atos. Durante o julgamento, que durou seis meses, foram apresentadas evidências de que os bebês faleceram em circunstâncias inexplicáveis, enquanto outros sobreviveram devido a intervenções médicas rápidas. As autópsias revelaram níveis letais de potássio e insulina em alguns casos.

Detalhes do Julgamento

Agüero, que estava presa desde agosto de 2022, negou as acusações e afirmou que não havia provas contra ela. A condenação foi proferida após um júri popular e dois juízes analisarem o caso. Além da enfermeira, outros dez acusados, incluindo ex-funcionários do hospital, foram julgados por ocultação e violação de deveres. Cinco deles foram considerados culpados, mas receberam sentenças menores.

Entre os bebês que não sobreviveram estão Francisco Calderón, Benjamín Bustamante, Ibrahim Guardia, Melody Molina e Angeline Rojas. A condenação de Agüero gerou comparações com o caso da enfermeira britânica Lucy Letby, que também foi sentenciada por crimes semelhantes.

Implicações e Repercussões

A condenação de Agüero levanta questões sobre a segurança em unidades de terapia intensiva neonatal e a necessidade de vigilância rigorosa em hospitais. O caso destaca a importância de proteger os mais vulneráveis e a luta contra a impunidade em crimes de saúde. Agüero não poderá solicitar liberdade condicional antes de cumprir 35 anos de prisão, conforme o código penal argentino.

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