A Polícia Militar de São Paulo fez uma operação em Cubatão e matou dois suspeitos, incluindo o líder de uma quadrilha ligada ao PCC. A ação aconteceu hoje de manhã, quando a quadrilha, armada, tentou fugir ao perceber a presença da polícia. A PM já estava monitorando o grupo, que é conhecido por realizar arrastões em rodovias na Baixada Santista. Durante a fuga, os suspeitos foram para uma área de mangue, mas foram interceptados pelos policiais, resultando em troca de tiros. O líder da quadrilha, Ítalo Matheus Gomes da Silva, de 27 anos, estava foragido e tinha mandados de prisão por roubo e associação criminosa. A quadrilha, chamada “tropa do arranca”, roubava cargas de grãos, fertilizantes e combustíveis em trens. Na operação, a polícia apreendeu um fuzil, um revólver e drogas, além de coletar 17 cápsulas de munição. Entre janeiro e março de 2023, o grupo foi responsável por pelo menos quatro ataques diários. Os ladrões, conhecidos como “surfistas”, subiam nos trens e faziam buracos nos vagões para roubar as cargas, que eram vendidas a receptadores.
Após monitoramento, a Polícia Militar de São Paulo realizou uma operação em Cubatão, resultando na morte de dois suspeitos, entre eles, o líder de uma quadrilha ligada ao PCC. O confronto ocorreu na manhã de hoje, quando a quadrilha, que estava armada, tentou fugir ao perceber a presença policial.
A ação foi desencadeada após a PM rastrear a movimentação do grupo, conhecido por realizar arrastões em rodovias da Baixada Santista. Durante a fuga, os suspeitos se dirigiram para uma área de mangue, mas foram interceptados pelos policiais. A PM informou que houve troca de tiros, resultando na morte de Ítalo Matheus Gomes da Silva, de 27 anos, que estava foragido e tinha mandados de prisão por roubo e associação criminosa.
A quadrilha, chamada de “tropa do arranca”, era responsável por saquear cargas de grãos, fertilizantes e combustíveis em trens na região. A operação também resultou na apreensão de um fuzil e um revólver, além de drogas encontradas no local. A perícia está analisando 17 cápsulas de munição coletadas durante o confronto.
Entre janeiro e março de 2023, foram registrados pelo menos quatro ataques diários atribuídos ao grupo. As investigações revelaram que os ladrões, conhecidos como “surfistas”, subiam nos trens e faziam buracos nos vagões para roubar as cargas. Parte do grupo se dedicava à venda dos produtos roubados a receptadores.
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