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Assento mais seguro em avião é revelado por especialistas em segurança aérea

Sobrevivente de acidente aéreo na Índia destaca a importância da escolha do assento e da preparação em emergências durante voos.

Caso de homem que foi o único sobrevivente de queda de avião na Índia chamou a atenção para a posição do seu assento (Foto: iStock)
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Um acidente aéreo na Índia deixou 241 mortos, mas Vishwas Kumar Ramesh sobreviveu. Ele estava sentado na poltrona 11A, enquanto estudos mostram que os assentos na parte de trás do avião podem ser mais seguros. A aviação comercial é um dos meios de transporte mais seguros, com dados indicando que entre 2001 e 2017, 94% dos acidentes graves não resultaram em mortes. A chance de morrer em um voo comercial nos Estados Unidos é de 1 em 13,7 milhões. Embora não haja um assento “mais seguro”, passageiros na parte traseira têm uma taxa de sobrevivência de 69%, enquanto na frente é de 49%. A localização do assento é apenas um dos fatores que influenciam a sobrevivência, e a dinâmica do acidente também é importante. Em alguns casos, passageiros na frente sobreviveram mais, como no voo 232 da United Airlines em 1989. A preparação e atenção durante o voo são essenciais, e especialistas recomendam que os passageiros conheçam as saídas de emergência e sigam as instruções da tripulação.

Recentemente, o sobrevivente de um acidente aéreo na Índia, Vishwas Kumar Ramesh, estava sentado na poltrona 11A, enquanto estudos indicam que assentos na parte traseira do avião podem oferecer maior segurança. O acidente, envolvendo um Boeing 787, resultou na morte de 241 pessoas, com Ramesh sendo o único sobrevivente.

A aviação comercial é considerada um dos meios de transporte mais seguros. Dados do National Transportation Safety Board (NTSB) dos EUA mostram que, entre 2001 e 2017, em 94% dos acidentes graves com aeronaves de passageiros, não houve mortes. A probabilidade de morrer em um voo comercial nos Estados Unidos é de 1 em 13,7 milhões, segundo um estudo de 2024.

Embora não exista um assento “mais seguro”, análises indicam padrões que podem ser úteis. Estudos mostram que passageiros na parte traseira têm uma taxa de sobrevivência de 69%, enquanto aqueles na frente têm apenas 49%. Assentos do meio na parte traseira apresentam uma taxa de mortalidade de 28%, em comparação com 44% para assentos do corredor na parte central.

A localização do assento é apenas um fator. A dinâmica do acidente também influencia a sobrevivência. Em alguns casos, como na queda do voo 232 da United Airlines em 1989, passageiros na parte dianteira sobreviveram em maior número, desafiando a regra geral. Além disso, a preparação e atenção durante o voo são cruciais. Especialistas recomendam verificar as saídas de emergência e seguir as instruções da tripulação.

Em resumo, enquanto a parte traseira do avião pode oferecer uma leve vantagem em termos de segurança, a sensação de segurança ao voar deve ser reforçada pela consciência e preparação dos passageiros. Voar continua sendo uma das formas mais seguras de transporte, e a reação em uma emergência pode ser mais determinante do que a escolha do assento.

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