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Desafios climáticos e de acesso complicam resgate de brasileira na Indonésia

Buscas por Juliana Marins no Monte Rinjani enfrentam desafios climáticos e riscos à saúde, enquanto família aguarda resgate na Indonésia.

Juliana Marins na trilha do vulcão Rinjani, na Indonésia (Foto: Reprodução/Instagram)
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Juliana Marins, uma publicitária de 26 anos, está desaparecida desde sexta-feira, 21 de outubro, após cair em uma encosta do Monte Rinjani, na Indonésia, durante uma trilha. As buscas foram retomadas na manhã de segunda-feira, 23 de outubro, mas pararam às 16h devido à neblina e chuva forte. O major Fábio Contreiras, do Corpo de Bombeiros do Rio, alertou sobre os riscos à saúde de Juliana, que pode estar enfrentando desidratação e lesões internas. Ela foi vista pela última vez quando disse que estava cansada e desapareceu após receber orientação para descansar. O único sinal encontrado foi uma lanterna a 200 metros abaixo do penhasco. O acesso ao local é difícil e o uso de helicópteros não é seguro por causa da altitude e do clima. A saúde de Juliana é uma preocupação, pois já se passaram três dias sem comida e água. O pai dela, Manoel Marins Filho, está indo para a Indonésia para acompanhar as buscas. As equipes de resgate estão prontas para agir assim que as condições melhorarem.

Juliana Marins, uma publicitária de 26 anos, está desaparecida desde sexta-feira, 21 de outubro, após cair em uma encosta íngreme do Monte Rinjani, na Indonésia, durante uma trilha. As operações de resgate enfrentam dificuldades devido a condições climáticas adversas e ao terreno acidentado.

As buscas foram retomadas na manhã de segunda-feira, 23 de outubro, mas foram interrompidas às 16h (5h em Brasília) por conta da neblina e da chuva intensa. O major Fábio Contreiras, do Corpo de Bombeiros do Rio, destacou a urgência da operação, ressaltando os riscos à saúde da jovem. “A ação precisa ser imediata. São muitos fatores contra: altitude, frio, desidratação e possíveis lesões internas”, alertou.

Juliana foi vista pela última vez quando relatou cansaço ao guia do grupo. Após aconselhamento para descansar, ela desapareceu. O único sinal visual foi uma lanterna avistada a cerca de 200 metros abaixo do penhasco. O acesso ao local é complicado, e o uso de helicópteros é inviável devido à altitude e às condições meteorológicas.

Desafios do Resgate

O major Contreiras explicou que a altitude reduz a sustentação das aeronaves, tornando o voo perigoso. “O cenário ideal seria uma operação híbrida: levar os socorristas o mais próximo possível por helicóptero e seguir a pé”, sugeriu. O resgate terrestre exige uma equipe especializada, equipada com pranchas, cordas e materiais para pernoite.

A saúde de Juliana é uma preocupação crescente. Uma queda de centenas de metros pode causar múltiplas fraturas e hemorragias internas. “A partir de 24 horas sem atendimento médico, os riscos de desidratação severa e hipoglicemia aumentam”, afirmou Contreiras. Ele recomendou que as equipes mantenham uma força de pronto emprego disponível 24 horas por dia.

Situação Atual

A família de Juliana expressou preocupação com a falta de água e comida, já que ela está sem suprimentos há três dias. O pai da jovem, Manoel Marins Filho, está a caminho da Indonésia para acompanhar o resgate. Ele compartilhou uma mensagem de apoio, ressaltando a força da filha e agradecendo o suporte recebido.

As equipes de resgate continuam a monitorar a situação, prontas para retomar as operações assim que as condições climáticas permitirem. A trilha do Monte Rinjani é considerada uma das mais desafiadoras da Indonésia, atraindo turistas em busca de aventuras.

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