Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Indonésia carece de preparo para emergências como a de Juliana, afirma especialista

Falta de protocolos de resgate no Monte Rinjani levanta preocupações após a morte de brasileira durante trilha.

Foto: Reprodução
0:00
Carregando...
0:00

Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, morreu após um acidente em uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. Ela escorregou e caiu cerca de 300 metros, ficando incapacitada por mais de quatro dias antes de ser encontrada sem vida. Luciana Nogueira, diretora da Rede Trilhas, criticou a falta de preparo da Indonésia para resgates em áreas remotas e afirmou que a demora no socorro pode ter contribuído para a morte de Juliana, que enfrentou frio intenso. Luciana ressaltou a necessidade de um sistema de segurança em trilhas perigosas e recomendou que os turistas pesquisem sobre as condições de resgate e clima antes de se aventurarem, além de estarem acompanhados de guias locais capacitados. A ministra do turismo da Indonésia, Widiyanti Putri Wardhana, lamentou a tragédia e reconheceu a necessidade de melhorias na segurança, destacando que um incidente pode afetar a imagem turística do país. A família de Juliana acusou negligência no resgate e afirmou que a ajuda tardia poderia ter salvado sua vida, prometendo buscar justiça. A situação levanta preocupações sobre a segurança em trilhas e a eficácia dos serviços de resgate em áreas remotas.

Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, faleceu após um acidente durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. A jovem escorregou e caiu cerca de 300 metros, permanecendo incapacitada por mais de quatro dias antes de ser encontrada morta.

A diretora da Rede Trilhas, Luciana Nogueira, criticou a falta de preparo da Indonésia para resgates em áreas remotas. Em entrevista ao UOL News, ela afirmou que a espera prolongada pelo resgate pode ter contribuído para a morte de Juliana, que enfrentou condições climáticas adversas, incluindo frio intenso.

Luciana destacou que a falta de um sistema de gestão de segurança em trilhas perigosas é alarmante. Ela enfatizou a importância de que os turistas façam uma pesquisa prévia sobre as condições de resgate e climáticas antes de se aventurarem. A especialista também recomendou que os viajantes estejam acompanhados de guias locais capacitados para situações de emergência.

A ministra do turismo da Indonésia, Widiyanti Putri Wardhana, expressou pesar pela tragédia e reconheceu a necessidade de melhorias nos procedimentos de segurança. Ela ressaltou que um único incidente pode impactar significativamente a imagem turística do país e pediu que agências de turismo aumentem a supervisão em locais de risco.

A família de Juliana denunciou negligência no resgate, afirmando que a ajuda tardia poderia ter salvado sua vida. Em uma publicação nas redes sociais, eles afirmaram que Juliana merecia muito mais e que buscarão justiça. A tragédia levanta questões sobre a segurança em trilhas e a eficácia dos serviços de resgate em áreas remotas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais