- A Pearl Abyss pediu desculpas por lançar Crimson Desert com arte gerada por IA e por não ter informado os jogadores sobre isso.
- O ex-presidente da Blizzard, Mike Ybarra, disse nas redes sociais que não havia motivo para pedir desculpas, afirmando que a IA estará em todos os jogos e até na geladeira.
- Ybarra foi quase 20 anos na Microsoft e na Xbox, entrou na Blizzard em 2019 e virou co-presidente em 2021; saiu após a aquisição pela Microsoft em 2023 e hoje comanda a startup de apostas Prize Picks.
- Um fã respondeu dizendo estar feliz por ele não estar mais na Blizzard; Ybarra retrucou desejando “boa sorte com o co-piloto em World of Warcraft”.
- No setor, poucas grandes empresas têm se posicionando firmemente sobre IA em jogos; recentemente, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, provocou críticas ao discutir DLSS 5 e IA gerativa.
Over weekend, o estúdio Pearl Abyss pediu desculpas por lançar Crimson Desert com arte gerada por IA e por não ter informado os jogadores. O ex-presidente da Blizzard, Mike Ybarra, disse que a empresa não precisava pedir desculpas.
Ybarra, que passou quase duas décadas na Microsoft e teve papel de destaque na Blizzard, escreveu em X que não havia motivo para o pedido de desculpas. Afirmou que a IA estará em todos os jogos, em várias formas, até em eletrodomésticos, e que os desenvolvedores devem aceitar essa realidade.
O executivo deixou a Blizzard após a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft em 2023 e hoje comanda a startup de apostas Prize Picks. Em resposta a um fã, ele sugeriu que os jogadores aproveitem a ideia de co-pilot em WoW.
Reação da indústria e contexto
Poucos estúdios grandes endossaram publicamente a defesa de Ybarra sobre IA. Mesmo com debates sobre uso de IA na produção, as empresas têm evitado mensagens que soem “desafiar o público”. O tema segue sem consenso claro entre desenvolvedores e jogadores.
O tema da IA em jogos ganhou força após declarações de executivos de tecnologia, incluindo a indústria de gráficos. Observa-se cautela sobre transparência, custos e impactos criativos, sem decisões definitivas sobre adoção ampla ainda anunciadas.
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