- Caixa Tem passou por atualização de segurança, exigindo novas etapas de verificação e ajustes específicos no celular para liberar o acesso.
- Mudanças podem levar a erros de login, mensagens como “dispositivo inseguro” e necessidade de revisar configurações do aparelho antes de usar o app.
- Recomendações incluem desativar o modo desenvolvedor, manter a localização ativada, evitar apps que alterem o funcionamento do celular ou gravem a tela, e usar o teclado padrão do aparelho.
- As novas etapas de acesso podem envolver código via WhatsApp, reconhecimento facial, envio de fotos de documentos (RG ou CNH), confirmação de dados pessoais e criação ou atualização da senha.
- Mesmo com as orientações, usuários relatam dificuldade de entrada, com alguns buscando soluções entre si e outros chegando a restaurar o aparelho às configurações de fábrica; a Caixa não se pronunciou até o momento.
A Caixa Tem passou por uma atualização de segurança que tem dificultado o acesso de parte dos usuários nos últimos dias. A mudança introduz novas etapas de verificação e ajustes exigidos no celular.
Segundo a própria Caixa, a atualização reforça a proteção das contas e das transações, exigindo confirmação de identidade antes de liberar o uso da conta. Ainda assim, relatos de erro têm aumentado.
O aplicativo, utilizado por beneficiários de programas sociais, trabalhadores que recebem benefícios e usuários que utilizam transferências e PIX, passou a verificar configurações do aparelho antes de permitir o acesso.
Casos relatados indicam mensagens de dispositivo inseguro ou violações de segurança após a atualização. Em resposta, o app sugere revisar as configurações do telefone para reduzir riscos.
Entre as recomendações estão desativar o modo desenvolvedor, manter a localização ativada, evitar apps que alterem o funcionamento do celular, e desativar apps que gravam tela. Também é sugerido usar o teclado nativo.
A Caixa orienta ainda que o usuário utilize o teclado padrão do celular, pois teclados de terceiros podem ser considerados inseguros pelo sistema. Em caso de persistência, restaurações de fábrica do dispositivo são citadas como último recurso.
O processo de acesso também passou por alterações, incluindo envio de código pelo WhatsApp, reconhecimento facial, envio de fotos de documentos, confirmação de dados e criação ou atualização de senha.
Relatos de usuários nas redes sociais descrevem dificuldades como a mensagem de dispositivo inseguro, biometria não reconhecida e desconexão automática da conta. Ações como limpar dados, reinstalar ou reiniciar podem não resolver.
Alguns usuários têm compartilhado soluções entre si, como desinstalar o app e refazer o cadastro. Porém, há quem continue sem conseguir entrar, mesmo seguindo diferentes procedimentos.
Procurada pelo g1, a Caixa Econômica Federal foi questionada sobre a atualização e as dificuldades relatadas. O banco também foi questionado sobre possíveis limitações em aparelhos antigos.
Até o momento, a Caixa não havia se posicionado publicamente sobre o assunto. A reportagem segue apurando informações e novas orientações para os usuários.
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