- O médico Esteban Martín Martín iniciou, em 1987, a construção de um castelo em Benalmádena, na Costa del Sol, para homenagear Cristóvão Colombo.
- A obra foi erguida quase inteiramente à mão, com a colaboração de dois pedreiros, Juan Blanco e Domingo Núñez, entre 1987 e 1994, sem uso de maquinário.
- O castelo é descrito como uma construção singular, que parece de outra época e não se encaixa em classificações arquitetônicas.
- Em 1990, o Guinness dos Récords foi até Málaga para registrar uma igreja católica nunca antes vista associada ao projeto.
- O objetivo do médico era ampliar o reconhecimento de Cristóvão Colombo, segundo a matéria.
Em 1987, o médico espanhol Esteban Martín Martín iniciou uma empreitada inusitada em Benalmádena, na Costa del Sol. Ele decidiu erguer, com as próprias mãos, um castelo que homenageasse Cristóvão Colombo.
Ao seu lado estiveram dois pedreiros, Juan Blanco e Domingo Núñez. Entre 1987 e 1994, o trio levantou o complexo utilizando técnicas da Baixa Idade Média, sem maquinário pesado ou financiamento externo.
Em 1990, o Livro Guinness dos Recordes visitou Málaga para registrar o que chamaram de uma igreja católica jamais vista, escondida dentro do castelo. A obra ganhou notoriedade pela localização incomum e pela dimensão incomum para um imóvel reformado por meio artesanal.
O método e o impacto
O projeto avançou com trabalho quase artesanal, mantendo o castelo como núcleo de um monumento contemporâneo que foge a classificações convencionais. A construção passou a ser considerada uma das mais estranhas da Costa del Sol, atraindo curiosidade histórica e turística.
Entre os detalhes divulgados, destaca-se a dedicação de Martín e de seus colaboradores na tentativa de corrigir o que ele via como o reconhecimento inadequado de Colombo. A história ganhou evidência em veículos especializados e em registros de memória local.
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