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Espera pelo exame de direção não será atingida até outono do próximo ano

Espera média para exame de condução chega a quase 22 semanas; meta de sete semanas não será atingida até o outono do próximo ano

Getty Images A young woman sitting her driving test. A male instructor is marking her on a clipboard
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  • O tempo médio de espera para marcar o exame de direção ficou em quase 22 semanas no mês passado, segundo a DVSA.
  • A meta de reduzir para sete semanas não deve ser atingida até o outono do próximo ano.
  • Medidas em vigor visam evitar reservas por bots e revendas, incluindo apenas o próprio aluno para marcar a sessão.
  • A partir de 12 de maio, apenas alunos podem marcar o exame e, a partir de 9 de junho, mudanças de data passam a valer apenas para os três centros mais próximos do local original.
  • A secretária de Transportes afirmou que já há sinais de redução de reservas especulativas (trocas de data caíram cerca de 70%) e houve ganho líquido de 147 examinadores nos últimos doze meses; as estatísticas passarão a ser divulgadas por centro de exame.

O tempo médio de espera para marcar o exame de condução permanece longe do alvo. Segundo o Transport Secretary, a fila não deve reduzir para sete semanas até o outono do próximo ano. A afirmação acompanha dados da Driver and Vehicle Standards Agency (DVSA).

No mês passado, a média de espera para agendar o exame ficou próximo de 22 semanas. O atraso é atribuído a uma demanda elevada e a dificuldades operacionais no sistema de marcações, inclusive com casos de uso indevido.

Já havia mudanças em vigor desde 2023 para reduzir longas esperas e evitar que placeholders sejam ocupados por bots ou revendidos a preços superfaturados. Entre as medidas, está a restrição de que apenas o próprio candidato pode marcar a sua prova.

Historicamente, antes da pandemia, a espera ficava em cerca de cinco semanas. A DVSA inicialmente estabeleceu a meta de reduzir a média para sete semanas até o fim de 2025, mas essa data foi adiada para o verão de 2026 por autoridades.

As mudanças recentes incluem limitar alterações em uma marcação já existente e, desde maio, permitir apenas que alunos agendem as provas, não instrutores. A partir de junho, mudanças de local apenas para os três centros mais próximos do local original passaram a ser permitidas.

Especialistas afirmam que a demanda continua alta e que ainda há trabalho a ser feito para normalizar o calendário de exames. A secretária de Transportes indicou que há sinais de melhoria, com queda de cerca de 70% no volume de trocas de marcação desde as mudanças mais recentes.

Outra linha de ação em análise envolve ampliar a transparência dos dados. A secretária informou que, após o aumento de examinadores verificado nos 12 meses encerrados em maio, os números de espera devem passar a ser divulgados de forma mais detalhada por centro de exame.

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