- Dez anos atrás, a SEGA chegou a cogitar desistir do Sonic devido ao desempenho ruim de Rise of Lyric, lançado em 2016.
- O fiaso de Sonic Boom: Rise of Lyric, somado a outros títulos da época, foi o estopim para a pressão interna sobre a continuidade da franquia.
- O chefe do Sonic Team, Takashi Iizuka, revelou que houve um momento em que a SEGA pediu para ele não desenvolver mais jogos do mascote, sugerindo o fim da série se não houvesse recuperação.
- Apesar do revés, o universo de Sonic Boom trouxe uma animação que teve algum sucesso e ajudou a manter a marca ativa.
- Hoje, os jogos de Sonic oscilam entre acertos e erros, mas não são vistos como uma ameaça à continuidade, com o apoio dos fãs sendo citado como crucial para manter o herói vivo.
Em 2016, a SEGA viveu um momento crítico com a marca Sonic. A série acumulava lançamentos mal recebidos, entre eles Rise of Lyric, que gerou memes pela quantidade de bugs. Diante disso, a companhia quase desistiu do mascote, segundo Takashi Iizuka, chefe do Sonic Team.
O próprio Iizuka relata que houve pressão para encerrar a participação do ouriço. Quando mudou para os Estados Unidos, ele recebeu a mensagem: sem você reconstruir o Sonic, ele acabaria. A decisão poderia ter sido definitiva, caso a equipe não tivesse perseverado.
O que houve com Sonic Boom
Rise of Lyric não foi o único revés, mas o universo Sonic Boom teve desdobramentos que ajudaram a manter a marca. Além do jogo, surgiu uma animação que encontrou certa aceitação e manteve o interesse no personagem.
Sucesso posterior e momento atual
Em 2020, o filme do Sonic chegou com sucesso expressivo, ajudando a alavancar a imagem da franquia. Hoje, os jogos do ouriço passam por oscilações entre erros e acertos, sem indicar novo risco de desaparecimento.
Vozes e legado
Iizuka agradece aos fãs pelo suporte, que ajudou a manter o personagem vivo mesmo nos tempos difíceis. A mensagem dele reforça a ideia de que o Sonic segue relevante no catálogo da SEGA.
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