- O Tribunal Superior do Trabalho condenou a Ortobom a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos devido à discriminação de mulheres.
- A decisão foi tomada em 10 de junho, após ação civil pública do Ministério Público do Trabalho.
- Em 2022, todas as 22 gerências e as 2 subgerências da empresa eram ocupadas por homens.
- O relator, ministro Alberto Balazeiro, afirmou que a empresa não apresentou explicação objetiva plausível para o preenchimento dos cargos de gerência e destacou que mais da metade da população da cidade de Arapongas é formada por mulheres.
- O acórdão foi confirmado por unanimidade pela 3ª Turma e ainda não foi publicado.
O Tribunal Superior do Trabalho condenou a Ortobom a pagar 300 mil por danos morais coletivos devido a discriminação contra mulheres. A decisão ocorreu em 10 de junho e envolve a fábrica de colchões.
A ação civil pública do Ministério Público do Trabalho apontou que, em 2022, todas as 22 gerências e as 2 subgerências eram ocupadas por homens.
O acórdão foi confirmado por unanimidade pela 3ª Turma do TST. O documento não foi publicado até o momento.
O relator, ministro Alberto Balazeiro, afirmou que a empresa não apresentou uma explicação objetiva plausível para o preenchimento dos cargos de gerência.
Balazeiro destacou que a cidade de Arapongas, onde fica a fábrica, tem mais da metade da população formada por mulheres.
O Poder360 informou que tentou contato com a Ortobom, sem sucesso, e seguirá buscando manifestação para esclarecer o caso.
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