Hugo Motta, presidente da Câmara, e Fernando Haddad, ministro da Fazenda, enfrentam um novo capítulo de tensões em suas relações. Motta expressou descontentamento com críticas atribuídas a Haddad que teriam circulado entre membros do Centrão. O ministro, por sua vez, negou as acusações.
A polêmica começou quando Motta relatou a Gleisi Hoffmann que Haddad teria afirmado, em uma reunião do grupo Prerrogativas em São Paulo, que a palavra empenhada por Arthur Lira, ex-presidente da Câmara, tinha mais peso. Além disso, Haddad teria chamado Motta de “infantil”. O ministro tentou esclarecer a situação através de um áudio no WhatsApp, mas Motta não respondeu.
A intriga se espalhou rapidamente pelo Centrão, transformando as críticas em uma verdade amplamente aceita, apesar de relatos divergentes sobre o que realmente foi dito. Ninguém consegue precisar o momento ou o local em que Haddad teria feito as declarações. O ministro já mencionou a possibilidade de que a reunião do Prerrogativas tenha sido gravada, o que poderia esclarecer a situação.
Motta, no entanto, continua a afirmar que esse episódio é um dos fatores que contribuem para o desgaste nas relações entre ele e Haddad. A situação revela a fragilidade das alianças políticas e a facilidade com que rumores podem se propagar, impactando a dinâmica entre figuras-chave do governo.
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