Liene Tavares de Barros Jr., um brasileiro de 40 anos, foi condenado a cinco meses de prisão e dois anos de liberdade condicional nos Estados Unidos por vender documentos falsos, incluindo green cards e cartões de seguro social. Ele foi detido em Woburn, Massachusetts, após ser flagrado por um agente da Homeland Security Investigations.
A venda dos documentos ocorreu em outubro de 2024, quando Liene vendeu um green card e um cartão de seguro social por US$ 250. Em dezembro do mesmo ano, ele foi novamente abordado pelo mesmo agente, que adquiriu mais dois green cards e dois cartões de seguro social falsos, desta vez por US$ 500. A prisão de Liene aconteceu em março de 2025, e ele assumiu a culpa em audiência no dia 8 de maio.
Acusações e Consequências
Além das acusações relacionadas à venda de documentos falsos, Liene também enfrentou um processo por ter retornado ilegalmente aos Estados Unidos após ser deportado em 2010. A pena máxima para a venda de documentos falsos pode chegar a 15 anos de prisão, enquanto a reentrada ilegal pode resultar em até dois anos de reclusão. Apesar da condenação de cinco meses, ele está sujeito a nova deportação após cumprir sua pena.
O Itamaraty não comentou o caso, e o Ministério das Relações Exteriores não respondeu às solicitações de informações. A identidade de Liene não foi confirmada, e não há informações sobre sua defesa legal.
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