A nova direção do PT em São Paulo, empossada na noite de sexta-feira, 20 de outubro, criticou adversários políticos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas. O evento, que contou com a presença do presidente nacional do PT, Edinho Silva, e do deputado federal Kiko Celeguim, destacou a importância das eleições de 2026.
Durante a cerimônia, os militantes do PT enfatizaram a necessidade de unir forças para as próximas disputas eleitorais, associando Tarcísio a um escândalo de corrupção, conhecido como “propinão do Tarcísio”. O escândalo envolve fraudes no ICMS na Secretaria da Fazenda do Estado, com um auditor supostamente recebendo mais de R$ 1 bilhão em vantagens indevidas.
Críticas e Mobilização
Os adversários políticos foram rotulados como “inimigos do povo” em materiais distribuídos durante o evento. O discurso de soberania nacional, que ganhou força após tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, também foi um ponto central. O chapéu com o slogan “O Brasil é dos Brasileiros” se tornou um símbolo entre os militantes presentes.
Os panfletos ressaltaram a importância das eleições para governador em São Paulo e a necessidade de melhorar o desempenho do partido nas disputas para cargos legislativos. Apesar da vitória nas eleições de 2022, o governo de Lula enfrenta desafios no Congresso, que é dominado por partidos de centro e direita.
A nova liderança do PT paulista, que se estenderá até 2029, busca fortalecer a base do partido e preparar o terreno para as próximas eleições, enquanto critica a gestão de seus adversários.
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