O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), indicado por Lula para concorrer ao governo de Minas Gerais, manifestou sua insatisfação com a aproximação de uma ala do PSD ao vice-governador Mateus Simões (Novo). Simões busca se filiar ao partido, o que poderia alterar a orientação política da legenda.
Em nota, Pacheco criticou a “tentativa desenfreada de antecipação do calendário eleitoral”, enfatizando que as eleições não devem ofuscar os problemas sociais. O senador reafirmou sua intenção de permanecer no PSD, defendendo a social-democracia e a confiança dos eleitores.
Crescimento do PSD
Pacheco destacou que o crescimento do PSD, que atualmente ocupa três ministérios no governo Lula e conquistou a Prefeitura de Belo Horizonte, não é fruto do acaso. Ele afirmou que a legenda não compactua com ideais antidemocráticos e radicais da extrema direita, reforçando a necessidade de manter o pacto de confiança com os eleitores.
As declarações ocorrem em meio a conversas no PSD de Minas Gerais sobre a filiação de Simões, que, se concretizada, poderia fortalecer sua candidatura ao governo com o apoio do atual governador, Romeu Zema (Novo). Pacheco, por sua vez, mantém seu foco nas questões urgentes do estado, sem se deixar levar por movimentações políticas que possam desviar sua trajetória.
Entre na conversa da comunidade