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Aliados de Bolsonaro pressionam Tarcísio a deixar governo Lula e se alinhar ao PL

Aliados de Jair Bolsonaro pressionam o Republicanos a não ocupar cargos no governo Lula para apoiar a candidatura de Tarcísio de Freitas à presidência

Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, em evento público (Foto: Reprodução)
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Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro estão intensificando a pressão sobre o Republicanos para que seus filiados não ocupem cargos no governo Lula. Essa estratégia visa enfraquecer a posição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que busca se consolidar como um candidato viável à presidência e está articulando uma proposta de anistia no Congresso.

A movimentação dos bolsonaristas ocorre em um momento crítico, já que o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, do Republicanos, integra a equipe de Lula. A pressão para que o partido se afaste do governo foi discutida com Tarcísio, que recentemente passou dois dias em Brasília tentando obter apoio para sua proposta de anistia. O governador espera que essa articulação o posicione como um candidato anti-Lula, buscando o apoio de Bolsonaro.

No entanto, a proposta de Tarcísio enfrenta desafios significativos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizou que uma anistia “ampla, geral e irrestrita” não será aprovada. Apesar do apoio obtido de partidos como União e PP, que se mostraram favoráveis ao perdão para os envolvidos em atos golpistas, a resistência de Alcolumbre pode dificultar a tramitação do projeto.

Os bolsonaristas estão, portanto, pressionando o presidente do União, Antonio de Rueda, a convencer Alcolumbre a apoiar a anistia. Contudo, a avaliação entre os aliados de Bolsonaro é de que a retórica oposicionista de Tarcísio não terá efeito se o Republicanos continuar a fazer parte do governo Lula. A situação se torna cada vez mais complexa, à medida que as articulações políticas se intensificam em Brasília.

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