Charlie Kirk, influente comentarista conservador e líder da Turning Point USA, foi assassinado em um evento na Utah Valley University no dia 10 de setembro. O crime gerou uma investigação policial imediata e repercussão nacional. O principal suspeito é Tyler Robinson, de 22 anos, que enfrenta acusações de homicídio qualificado.
Momentos após o tiroteio, George Zinn, de 71 anos, foi preso por obstrução da justiça. Ele confessou falsamente ser o atirador, alegando que queria proteger o verdadeiro responsável. Zinn, conhecido por sua presença em eventos públicos, foi detido após gritar que era o autor do crime, o que atrasou a investigação. O xerife do condado de Utah, Michael Smith, afirmou que Zinn “intencionalmente gritou que era o atirador, obstruindo a investigação”.
A polícia determinou que Zinn não estava envolvido no homicídio, e horas depois prendeu Robinson, cujos vestígios de DNA encontrados na cena do crime coincidem com os dele. Zinn, que já possui um histórico criminal, foi mantido sem fiança por ser considerado um “perigo substancial” para a comunidade.
Kirk, de 31 anos, era um defensor fervoroso do ex-presidente Donald Trump e promovia teorias da conspiração, incluindo a de fraude nas eleições de 2020. O evento em que foi assassinado contava com cerca de três mil pessoas e apenas seis policiais universitários. O chefe de polícia da universidade destacou a falta de segurança adequada no local.
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