A família da morte de Thomas Kinkade alegou que a DHS usanou indevidamente a obra Morning Pledge em redes sociais para promover divisas e xenofobia. Segundo o grupo, a imagem foi publicada com a legenda Protect the Homeland, enquanto o restante do feed apoiava deportações em massa. A família pediu que a agência pare de veicular a arte.
Segundo a denúncia, o uso da pintura Morning Pledge seria incompatível com o propósito original da obra, que visava inspirar liberdade e justiça para todos. A fundação de Kinkade afirma que a publicação integral distorce o sentido da obra e fere a memória do artista.
Não há confirmação oficial sobre sanções ou retratação da DHS. A agência não comentou de forma detalhada as alegações da família, apenas reiterou políticas de comunicação nas redes sociais e o uso de conteúdos autorizados. A controvérsia envolve interpretações sobre o que a arte representa.
A denúncia ocorre em meio a um debate sobre o papel da arte em campanhas governamentais. A família ressalta que a utilização da imagem para fins políticos contraria o legado de Kinkade, que defendia valores de liberdade e inclusão. Não há menção de outras obras envolvidas.
Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que a controvérsia envolve questões de direitos autorais, difusão de mensagens e responsabilidade institucional. A discussão foca no equilíbrio entre expressão artística e objetivos políticos de uma agência.
As informações disponíveis indicam que a DHS publicou a imagem em X, plataforma onde o restante do conteúdo do perfil lidava com deportações. Não há dados sobre como a agência pretende resolver a divergência com a família.
A família de Kinkade reforça a necessidade de revisão de uso de obras de artistas falecidos em campanhas públicas. A controvérsia permanece sem resolução pública até o momento.
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