O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, prestou homenagem a Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar, em evento da COP sobre o Poder Judiciário e a sustentabilidade. A fala ocorreu na sexta-feira, 14, e confirmou apoio à magistrada diante das críticas recebidas por pedir perdão às vítimas da ditadura. A homenagem foi conduzida em tom institucional.
Fachin destacou a atuação de Rocha e afirmou que, se ela tivesse nascido novamente, seu nome ganharia o título de coragem. O elogio foi feito publicamente durante a cerimônia, reforçando o reconhecimento da Corte Suprema à ministra e à sua postura institucional.
O presidente do STF também mencionou o conjunto de mulheres que atuam na defesa da memória e da verdade histórica no país, chamando atenção para o papel feminino no debate público. A referência procurou enfatizar o valor de limites e respeito à memória coletiva.
A crítica à ministra Rocha partiu de colegas do STM, incluindo o ministro Carlos Augusto Amaral, que chegou a sugerir que ela deveria estudar mais a história do tribunal. A reação local ampliou o debate sobre como o judiciário trata temas ligados à ditadura e à reconciliação histórica.
Reações e contexto
- A crítica interna destacou divergências sobre o tom e o conteúdo do discurso da ministra do STM.
- O evento no qual ocorreu a homenagem tratava de memória, verdade histórica e responsabilidade institucional.
- As falas de Fachin foram vistas como resposta institucional ao escrutínio e como defesa da atuação de Rocha.
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