A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que, na manhã desta quinta-feira (4), não recebeu comunicação formal sobre paralisações nas vias do país. A mobilização foi anunciada nas redes sociais pela União Brasileira dos Caminhoneiros (UBC) e liderada por Chicão Caminhoneiro, com pautas como atualização do piso do frete, congelamento de dívidas e aposentadoria de 25 anos.
A PRF ressaltou que eventos que impeçam o livre trânsito só podem ocorrer com autorização prévia da autoridade de trânsito local e continuará monitorando as rodovias federais, com rondas diárias. A expectativa de adesão foi fraca, gerando desconfiança entre apoiadores e opositores do movimento.
Participação e objeções
Chicão Caminhoneiro protocolou, na terça (2), na Presidência da República, a pauta de reivindicações. Ele esteve acompanhado do desembargador aposentado Sebastião Coelho, pré-candidato ao Senado pelo Novo, que aparece em vídeos pedindo apoio a mobilizações. Em rede social, Chicão afirmou a necessidade de respeito às leis para garantir o livre trânsito.
Entidades contrárias questionaram a legitimidade da mobilização, alegando partidarização da pauta. O movimento recebeu apoio de representantes do setor, como Janderson Maçaneiro, o Patrola, presidente da ACTRC, que defendeu a greve nas redes sociais. O cenário aponta divisão entre apoiadores e opositores.
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