O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), segue afastado do cargo após decisão do STF, proferida pelo ministro Alexandre de Moraes. A medida ocorreu no âmbito de prisão do parlamentar, impostas no contexto de apurações em curso. A expectativa inicial era de que o afastamento pudesse ser temporário, com avaliação de retorno após a prisão.
Deputados e autoridades acompanham o caso, que envolve dúvidas sobre eventual recondução de Bacellar ao comando da casa após a soltura. A reportagem apurou que o cenário mais provável não prevê a recondução automática ao cargo, mesmo se houver liberação. A pauta envolve medidas cautelares para evitar novo exercício da presidência.
Detalhes da cautela
Segundo apuração do blog, a soltura do investigado não significará retorno à presidência da Alerj. Caso haja liberação, Bacellar deverá permanecer afastado por meio de nova cautelar, com decreto explícito de não retorno ao cargo. A jurisprudência e o magistrado siguen com impactos para o funcionamento da Casa.
Uma autoridade envolvida no caso afirma que a restrição de reassumir permanece, independentemente de eventual soltura. O objetivo é impedir que Bacellar participe da gestão da Alerj enquanto perdurarem as investigações. A decisão mantém o equilíbrio institucional e evita conflito com o andamento processual.
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