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Maha v Maga: embate aumenta com Trump e EPA recuando regras de químicos tóxicos

Líderes do Maha lançam petição pedindo demissão de Lee Zeldin da Agência de Proteção Ambiental, por flexibilização de regulações químicas e riscos à saúde com dicamba e PFAS

Lee Zeldin, the EPA administrator, in Washington in February. Photograph: Kent Nishimura/Reuters
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Lideranças do movimento Make America Healthy Again Maha lançaram uma petição pedindo a demissão do administrador da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Lee Zeldin. Zeldin foi nomeado no fim de janeiro e tem acelerado a revisão de regulações de químicos tóxicos e aprovações de pesticidas. A iniciativa busca chamar a atenção do presidente. A petição recebeu apoio de cerca de uma dúzia de influenciadores do movimento.

Os signatários criticam a prioridade dada pela EPA aos interesses da indústria química e apontam riscos à saúde pública. Entre os pontos contestados estão decisões sobre novos químicos e a flexibilização de procedimentos de avaliação ambiental. O grupo enfatiza que tais medidas podem afetar famílias e crianças Americanas.

Em resposta, a EPA informou que trabalha alinhada ao presidente e ao secretariada Kennedy para implementar políticas que fortalecem a saúde pública. A posição da agência é de continuidade de esforços para tornar o país mais seguro em relação a químicos.

Ações e controvérsias na EPA

A petição cita mudanças propostas por Zeldin, incluindo regras que reduziriam a examinação de químicos novos e existentes. Além disso, a administração tem mantido a permissão de uso de dicamba, pesticida alvo de restrições em outros países. Autoridades também planejam ampliar o uso de PFAS em pesticidas.

A crítica interna ao movimento Maha sustenta que tais medidas elevam custos médicos e pressionam o sistema de saúde. A liderança do grupo afirma que a percepção sobre as ações da EPA não corresponde ao interesse público. A discussão também envolve a nomeação de executivos da indústria química para cargos-chave no escritório da agência.

Ainda segundo a Maha, há dúvidas sobre o comprometimento do governo com limites de PFAS para água potável estabelecidos sob outra gestão. Os apoiadores da petição dizem aguardar que o presidente tenha ciência da situação e reavalie as prioridades da EPA.

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