O ataque a tiros em Bondi Beach ocorreu na primeira noite de Hanucá, atingindo a comunidade judaica da região de Sydney. Ao menos 15 pessoas morreram, entre elas uma criança, e dezenas ficaram feridas. A ação foi descrita pela polícia como um ataque dirigido a judeus.
Identificados como autores, Sajid Akram, 50 anos, e Naveed Akram, 24, teriam sido os suspeitos. O pai morreu no local; o filho ficou gravemente ferido e recebeu atendimento sob escolta policial. A polícia informou que não busca um terceiro suspeito.
O ataque aconteceu na noite de domingo, na famosa praia de Bondi. A polícia confirmou que 14 pessoas morreram no local e outra morreu no hospital. Ao todo, 40 ficaram feridas; uma menina de 10 anos faleceu posteriormente em hospital infantil.
Medidas e respostas
O primeiro-ministro Anthony Albanese prometeu endurecer o controle de armas, com limites de cilindradas e auditoria de licenças, buscando maior uniformidade entre estados. O governo estuda ampliar o suporte a vítimas e financiar funerais e vistos para familiares.
O premier de NSW, Chris Minns, sinalizou mudanças legislativas, mas ainda sem anunciar detalhes na segunda-feira. O governo avalia convocar o parlamento para apresentar um projeto de lei que dificulte a compra de armas de grande porte.
Entre as vítimas, estavam pessoas de diversas origens, incluindo o rabino Eli Schlanger, 41, ligado ao Chabad de Bondi, e Alex Kleytman, sobrevivente do Holocausto. Um cidadão israelense também foi confirmado entre as vítimas.
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